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O governo do Estado informou que vai decretar, ainda hoje, estado de calamidade por conta dos incêndios florestais para que possa dobrar a estrutura para a prevenção, combate e autuação dos incêndios florestais especialmente na região pantaneira. O anúncio foi feito pelo governador Mauro Mendes, após reunião com os secretários Alexandre Bustamente (Segurança Pública), Mauren Lazzaretti (Meio Ambiente) e com os comandantes do Corpo de Bombeiros, coronel Alessandro Borges, e da Defesa Civil, coronel Cesar Viana Brum.

Mauro ressaltou que o governo tem planejado e atuado nessa frente desde março, sendo que hoje há em torno de 2500 profissionais envolvidos no combate, “das forças de Segurança, da Defesa Civil, dos Bombeiros, voluntários e até no Exército Brasileiro”. Além disso, mais de R$ 22 milhões, de recursos próprios, já foram investidos para o combate às queimadas neste ano.

“Temos seis aeronaves ajudando nesse combate, três helicópteros e 40 equipes em todo o estado. Vamos baixar um decreto de calamidade que vai nos permitir contratar em regime de urgência, o que vai permitir dobrar essa estrutura e também ampliar toda a estrutura existente hoje para proteção dos animais, para resgate, principalmente para o Pantanal”, explicou.

De acordo com o governador, as circunstâncias climáticas têm colaborado para que os incêndios tenham tomado grandes proporções. “Estamos em um período de longa estiagem, são mais de 100 dias sem chover em Mato Grosso. A umidade relativa do ar está baixa e em algumas regiões abaixo de 10%. É uma umidade comparada a deserto. Isso cria condições para que esses incêndios possam ocorrer e aí resulta nessas imagens que todos nós estamos vendo”.

Também será permitido o uso de retardante para controlar o fogo. A utilização da substância já foi testada pelo Corpo de Bombeiros e aprovada pela equipe técnica da secretaria de Meio Ambiente.

Mauro reforçou a política de tolerância zero para quem causar incêndios de forma criminosa. Somente de janeiro a agosto, já foram aplicados R$ 107,3 milhões em multas pelo uso irregular do fogo e R$ 805 milhões por desmatamento ilegal. Outra ferramenta que tem sido usada é o sistema de monitoramento via satélite, que detecta os focos de calor quase em tempo real. Com esses dados, já foi possível realizar perícia em várias regiões aonde ocorreram incêndios, inclusive o Pantanal.

Recentemente já foram divulgados os dados que comprovaram que os incêndios ocorridos nos 40 mil hectares da reserva particular, em Barão de Melgaço (Sesc Pantanal), na Fazenda Espírito Santo, Rodovia Transpantaneira e na Fazenda São José, foram provocados por ação humana.

Os casos já estão sob investigação da Delegacia de Meio Ambiente (Dema) para punir os responsáveis. “Peço a colaboração da população para denunciar se vir alguém fazendo um desses incêndios de forma criminosa. A grande maioria é acidental, mas quando começa fica incontrolável face a grande massa de matéria orgânica acumulada e as condições climáticas. Não iremos economizar recursos para minimizar o impacto desses incêndios em todo o estado de Mato Grosso”, completou.

A informação é da secretaria adjunta de Comunicação.Só Notícias (foto: Jeferson Prado/arquivo/assessoria)



O Flamengo viu sua sequência de vitórias no Campeonato Brasileiro acabar neste domingo ao ser derrotado por 2 a 0 pelo Ceará, no Castelão. Com o resultado, os rubro-negros seguem com 17 pontos e desperdiçam a chance de colar na liderança. Já os cearenses chegaram a 11 e se afastam da zona de rebaixamento.

O Flamengo foi melhor no primeiro tempo, mas criou poucas chances de gol. Na etapa final, o Ceará voltou melhor e marcou dois gols no início, com Luiz Otávio e Charles.

O Flamengo só volta a campo pelo Brasileiro no dia 27, contra o Palmeiras, em São Paulo. O Ceará vai jogar no sábado, quando encara o Bragantino, em Bragança Paulista.

O jogo – O Ceará começou bem a partida e criou a primeira boa chance, com Charles. O volante arriscou de fora da área e assustou César. Só que a partir dai, o Flamengo passou a dominar o jogo. A resposta veio aos 11, quando Isla cruzou para Gabigol, que cabeceou pela linha de fundo.

Os rubro-negros criaram boas chances com Gabigol e Michael, mas em ambos, os atacantes mandaram para fora. O Ceará tentava avançar, mas não conseguia levar perigo.

Na parte final, o jogo caiu de rendimento. As duas equipes marcaram melhor e impediram o adversário de criar boas chances. Assim, Ceará e Flamengo foram para o intervalo com a igualdade no placar no Castelão.

No segundo tempo, o Ceará voltou pressionando a saída de bola do Flamengo. A postura fez logo efeito e os donos da casa abriram o placar aos quatro minutos. Após cobrança de escanteio, Luiz Otávio subiu sozinho para cabecear para a rede.

O Flamengo não teve nem tempo para buscar uma reação. O Ceará ampliou a vantagem aos dez minutos. Charles aproveitou cruzamento por baixo e finalizou para a rede.

Após o novo revés, os rubro-negros buscaram pressionar o Ceará, mas erravam muitos passes no setor ofensivo. Somente aos 32 minutos, Vitinho chutou da entrada da área, Fernando Prass deu rebote e Diego, de cabeça, mandou pela linha de fundo.

Depois disso, o Flamengo continuou com problemas no setor ofensivo e facilitou ao Ceará manter a vantagem. Com isso, os rubro-negros tiveram que amargar sua terceira derrota no Campeonato Brasileiro.

Gazeta Esportiva (foto: Alexandre Vidal/assessoria)




A comercialização do milho safra 2019/20 avançou 2,49 pontos percentuais em relação a julho registrando, assim, 92,94% da produção negociada no Estado. Apesar do menor avanço em relação ao mês passado, a atual safra ficou 5,54 pontos percentuais acima do visto pela 2018/19 e 7,09 pontos percentuais à frente da média dos últimos cinco anos, aponta o IMEA ( Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), no boletim desta semana.

“Além disso, o que ganha maior destaque neste relatório mensal é a elevação dos preços em Mato Grosso, que foi apontado em média de R$ 40,10/saca para a safra 2019/20. Já no que se refere à comercialização da próxima temporada, o avanço foi de 5,03 pontos percentuais se comparado ao mês passado, indicando que 50,92% da produção prevista para a safra 2020/21 já esteja comercializada”, acrescenta o instituto.

“Assim, este valor vem a refletir o aproveitamento das oportunidades de mercado, uma vez que a média dos últimos cinco anos ficou em 25,06%. Por fim, no que se refere aos preços praticados pelo mercado em agosto para a safra futura, foi estimada uma média de R$ 34,44/saca”, conclui.

Fonte: Só Notícias (foto: Só Notícias/arquivo)

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