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Mulher foi presa na noite deste domingo (19), após dar um soco no olho do ex-marido, que a teria xingado de "rapariga rodada". Na hora da agressão, ela ainda riscou o carro do homem. O caso foi registrado na noite deste domingo (19), no bairro Pedra 90, em Rondonópolis (218 km de Cuiabá). De acordo com as informações, o homem foi quem chamou a polícia para a ocorrência de lesão corporal e dano.






O ex-marido relatou que está separado a quatro dias da suspeita e que no domingo, ela foi até a casa para agredi-lo. A vítima foi atingida por um soco no olho esquerdo, teve a roupa rasgada e o carro riscado. A mulher fugiu, após a confusão.

A PM fez rondas pelo bairro e encontrou a suspeita dentro de uma casa com o filho, uma criança de dois meses.

sirene pm
Polícia Militar foi acionada pelo homem agredido
 e acho a mulher em uma casa, com o filho
Ela foi levada para a delegacia, onde prestou depoimento. Segundo a mulher, o ex-marido estava espalhando pelo bairro que ela é uma “rapariga rodada” e ainda fazendo ameaças de que iria matá-la.

Por conta disso, foi até a casa do homem para confrontá-lo. O filho foi entregue para o irmão da suspeita e ela vai responder por lesão corporal e dano. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Pecuaristas seguiram retraídos esperando melhores ofertas de preços, na última semana, no Estado. Mesmo assim, a cotação do boi e da vaca gorda registraram leves quedas no comparativo semanal, de 0,59% e 1,95%, respectivamente, informou, ontem à tarde, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no segundo boletim do mês da pecuária.

“O mercado de reposição segue em relativa estabilidade, com recriadores comedidos nas compras.Assim, o bezerro de ano na semana passada ficou cotado a R$ 1.570,14/cabeça, queda de apenas 0,16% no comparativo semanal”. As escalas de abates também variaram pouco em relação à semana passada, apenas +0,40 dia, fechando em 7,06 dias. Os frigoríficos ainda relatam dificuldade de encontrar animais para abate.

O instituto  aponta que, com o varejo ainda com estoques preenchidos, os preços no atacado seguem em queda. Com isso, o equivalente físico na semana passada caiu -3,47%.

Na última sexta-feira, o preço da arroba do boi gordo no Nortão estava em R$ 164,80. Na região Noroeste, R$ 174,48, no Médio Norte a R$ 170,86 e na região Sudeste de Mato Grosso a cotação era R$ 178,22.

Só Notícias/Agronotícias (foto: arquivo/assessoria)

Apesar de contemplar atividades econômicas como aquelas típicas do turismo, a maioria dos segmentos do comércio – principalmente os de rua – terá seu faturamento prejudicado com o excesso de feriados em dias considerados úteis. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o comércio de Mato Grosso deve deixar de faturar R$ 753 milhões em 2020, valor 14,6% maior do que o registrado no ano passado (R$ 657 milhões).
Em todo país, serão 10,5 feriados nacionais contra apenas nove no ano passado. A pesquisa não contempla os feriados regionais como o aniversário de Cuiabá (8 de abril); Dia da Consciência Negra (20 de novembro) e a Imaculada Conceição de Maria (8 de dezembro), ou seja, o impacto tende a ser maior que o estimado pela CNC.
Os feriados tiram os consumidores das ruas e, com isso, elimina as vendas por impulso, que, ainda segundo a pesquisa, estima uma queda média de 8,4% na lucratividade mensal do comércio a cada feriado (varejo e atacado). Nas regiões onde o salário médio é mais alto, o impacto tende a ser maior.
O segmento de vestuário e calçados contabiliza maior prejuízo mensal, de 16,7%, para cada feriado. As lojas de utensílios domésticos aparecem em seguida, com 11,6% e, em terceiro, os segmentos de hiper e supermercados (11,5%). Juntos, os três segmentos respondem por mais da metade (56%) do emprego no varejo brasileiro.
A Fecomércio-MT contempla os feriados nas convenções e acordos coletivos de trabalho, realizados anualmente entre os sindicatos patronais e laboral do comércio, garantindo direitos e benefícios aos trabalhadores do comércio. “No entanto, o excesso de feriados prejudica as vendas e, inclusive, deixa de ser rentável para o comerciante e para o próprio trabalhador, principalmente aquele contratado com comissão. Além disso, as contas não deixam de chegar quando o comércio fecha as portas”, disse o superintendente da Fecomércio-MT, Igor Cunha.
Fonte: Assecom – Fecomercio-MT

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