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Últimas Notícias

Nesta terça-feira, a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) divulgou novas regras para a participação dos clubes na Libertadores da América e na Copa Sul-Americana a partir de 2020. A entidade que regula o futebol da América do Sul divulgou cinco requisitos para a admissão dos times nas competições que organiza. A principal mudança da atualização foi o quarto item da lista divulgada, que exige que os times inscritos estejam disputando a primeira divisão nacional na temporada em vigor. Ou seja, um time que se classifique para uma competição por meio de uma copa (nacional ou Sul-Americana) não poderá disputá-la se for rebaixado no mesmo ano ou se já estivesse disputando uma divisão inferior e não conseguir acesso à principal.
No Brasil, segundo o novo regulamento, Santo André e Paulista, campeões da Copa do Brasil em 2004 e 2005, não poderiam participar da Libertadores do ano seguinte, já que estavam na Série B no ano de disputa. Já em 2013, o Palmeiras, campeão da Copa do Brasil do ano anterior, não disputaria a Libertadores, pois havia sido rebaixado para a Série B.
Requisitos para a inscrição na Libertadores e na Copa Sul-Americana
a) Ter sido qualificado para a competição por mérito esportivo.
b) Não estar cumprindo uma sanção ou suspensão, que a critério da CONMEBOL, o impossibilite de participar na CONMEBOL Libertadores ou CONMEBOL Sul-Americana.
c) Obtido a Licença de Clubes da CONMEBOL, expedida pela Associação Membro correspondente.
d) Estar disputando o torneio nacional de sua Associação Membro na divisão principal da competição em 2020 (ou seja, não ter sido rebaixado no campeonato nacional).
e) Remeter a tempo e forma, a Carta de Conformidade e Compromisso.
Gazeta Esportiva (foto: AFP/Norberto Duarte/arquivo)

Cacau pode ser alternativa para diversificação de culturas em MT
Um projeto que visa o incentivo à produção de cacau, como alternativa para diversificação de culturas em Mato Grosso, está sendo elaborado pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer), em parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf).
Em princípio, a proposta visa implantar duas unidades demonstrativas, onde devem ser cultivadas 2 mil mudas clonais, com o objetivo de produzir mudas e novos enxertos. Estas unidades devem funcionar, primeiramente, em Juína e Cláudia, a 737 km e 608 km de Cuiabá, respectivamente.
O cacau seria mais uma cultura a ser produzida em Juína, onde já existem lavouras de café, cupuaçu, guaraná e pupunha.
Uma equipe técnica da Seaf devem percorrer as regiões com maior potencial para desenvolvimento da cultura. Os projetos devem priorizar o apoio à agricultura familiar.
Em outros estados, as lavouras de cacau surgiram como complemento à renda do pequeno produtor, e tem se intensificado como uma cultura de alto valor agregado.
Rondônia (RO), por exemplo, produz cerca de 18 mil toneladas, e concorre com estados tradicionais na produção de cacau, como Bahia com 170 mil toneladas, e Pará com 99 mil toneladas.
A Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), o órgão se tornou referência na geração e transferência de tecnologia voltada ao aprimoramento da produção cacaueira no Brasil, com sede em Rondônia vai auxiliar na elaboração de um plano produtivo para Mato Grosso.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados em 2017, Mato Grosso possuía, até então, uma área plantada de 980 hectares e com produção de 647 toneladas de cacau.
Os números representam a soma das áreas plantadas em 12 municípios do estado, com destaque para Alta Floresta, Colniza e Cotriguaçu. Na sequência, estão, Paranaíta, Aripuanã, Brasnorte, Novo Mundo, Nova Monte Verde, Porto Estrela, Rondolândia, Terra Nova do Norte e Carlinda.
A produção mato-grossense representa 2,16% do índice nacional. A produtividade média, no estado, é de 660 quilos por hectare.
Fonte: G1/MT

Mais três delegacias são fechadas em MT conforme plano anunciado pelo governo este ano
Conforme anunciado pelo governador Mauro Mendes (DEM), em março deste ano, três, das 16 delegacias previstas foram fechadas recentemente, nos municípios de Carlinda, União do Sul e Castanheira, a 724 km, 689 km e 780 km de Cuiabá, respectivamente. Entretanto, embora as atividades já tenham sido encerradas, a Polícia Civil ainda está desocupando o local.
Além dessas, encerraram as atividades as delegacias de Alto Paraguai, Nova Marilândia e Santo Afonso. Entre os dias 23 e 25 deste mês devem ser fechadas as unidades de Ponte Branca, São José do Povo e Tesouro.
Ainda segundo o cronograma previsto pelo governo, nos dias 28 e 29 devem ser fechadas as delegacias de Acorizal, Jangada e Nossa Senhora do Livramento. De acordo com o anúncio, ficam faltando as delegacias de Luciara, Novo Santo Antônio, Nova Lacerda e Bom Jesus do Araguaia.
Segundo o governador, a medida foi tomada como forma de conter gastos. Além disso, segundo ele, o quadro de servidores está abaixo de 57% para delegados, 58% para escrivães e 53% para investigadores, devido à falta de concursos públicos para os cargos, principalmente, investigador e escrivão, nos últimos quatro anos.
O governo fez um estudo técnico que considerou a necessidade de suspensão das atividades dessas delegacias em razão de não apresentarem atendimento eficiente à sociedade, serem mantidas com média de dois a três policiais e gerarem custo financeiro anual de mais de R$ 840 mil - com aluguéis de prédios, energia elétrica e viaturas locadas.
A suspensão das atividades das delegacias, segundo o estado, foi aprovada pelo Conselho Superior de Polícia e tem o respaldo da Secretaria de Estado de Segurança Pública e do Governo do Estad
G1 /MT

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