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Foto: Reprodução
A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso (Sinfra) notificou na semana passada a construtora Camargo Campos S.A. Engenharia e Comércio, pedindo explicações sobre a suposta participação da empresa em irregularidades cometidas durante a gestão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB). A empreiteira terá cinco dias para apresentar sua defesa.
A pasta afirmou que relatórios técnicos feitos pela pasta, juntamente com o Tribunal de Contas do Estado (TCE), detectaram pagamentos ilegais de R$ 13,225 milhões para a Camargo Campos pela Secretaria de Estado de Pavimentação Urbana e Transporte (Setpu), extinta no governo Pedro Taques, sendo transformada na atual Sinfra. A empresa já havia sido condenada, em 2016, pelo TCE, mas na ocasião, teria que devolver R$ 8,1 milhões aos cofres públicos.
Novos estudos feitos pela Sinfra apontam que o montante seria, na verdade, de pouco mais de R$ 13 milhões. A Camargo Campos era responsável pelas obras da MT-313, que liga o município de Rondolândia ao Estado de Rondônia.
O contrato da obra foi firmado em agosto de 2013 no valor de R$ 30.308.348,15 milhões e tinha previsão inicial de 360 dias de duração. A obra fazia parte do MT Integrado, principal projeto de infraestrutura do ex-governador, que previa interligar 44 municípios com pavimentação asfáltica com investimentos de R$ 1,1 bilhão contraído junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
A obra está paralisada há quase quatro anos. “Diante a situação, a atual gestão da Sinfra rescindiu unilateralmente o contrato que a empresa detinha com o Estado, uma vez que a obra se encontra paralisada desde agosto de 2014. A empresa teria apresentado medição onde supostamente executou 58,23% da obra de pavimentação e, por isso, teria recebido R$ 21,524 milhões. No entanto, os relatórios técnicos revelaram que foram, na verdade, executados 22,35% da obra, ou seja, à época o Estado deveria ter pago R$ 8.269 milhões. Na prática, os relatórios identificaram uma diferença superior a R$ 13 milhões por serviços medidos, mas não executados. A capa asfáltica sequer foi aplicada na MT-313”, disse a Sinfra, em nota.
Entre as irregularidades apontadas pelo TCE, em 2016, estão o superfaturamento quantitativo e qualitativo de materiais, incompatibilidade dos serviços executados e serviços medidos e pagos, instrução de processo de pagamento com documentos sem assinatura do engenheiro responsável, inserção de fotos no processo de pagamento que não corresponde ao local da obra executada, entre outros.
LEONARDO HEITOR 
Da Redação

Maior evento da pecuária de corte começa na próxima segunda-feira (19.02)

Caravana ‘Acrimat em Ação 2018’ chega na região noroeste em maio
  A agregação de valor em todas as etapas da pecuária de corte é o foco da 8ª edição do “Acrimat em Ação”, maior projeto itinerante da atividade no estado. Realizado pela Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), o evento vai percorrer 33 municípios de todas as regiões produtoras com a palestra “Do pasto ao prato: agregação de valor à pecuária de corte” para mais de quatro mil pecuaristas.
  Este ano, a Acrimat buscou um tema que atendesse o principal objetivo de todos os produtores, aumentar a renda na produção por meio da agregação de valor ao produto, independentemente do sistema produtivo adotado. Ou seja, como a cria, a recria e a engorda de animais podem ser mais lucrativas para o produtor e o produto final mais satisfatório para os clientes?
  O presidente da Acrimat, Marco Tulio Duarte Soares, explica que o sucesso se consolida quando o pecuarista fideliza o cliente final e o caminho para alcançar este resultado está no investimento em tecnologia. “Existe disponível um pacote tecnológico capaz de aumentar a eficiência da pecuária todas em as etapas produtivas. Mas a aplicação correta das ferramentas depende de planejamento e o retorno do investimento está diretamente relacionado à qualidade do produto que oferecemos”, afirma o presidente.
  Não é de hoje que o pecuarista está mais comprometido com a sustentabilidade, econômica e ambiental, de seu negócio. Dados apontam que o rebanho mato-grossense aumentou 12% de 2007 para 2017 (de 25,7 milhões para 29,7 milhões), sendo que a área de pastagem reduziu 4,2%. Essa redução, na prática, significa aumento de produtividade.
  Existem outros números que comprovam o ganho em eficiência, como a redução da idade média de abate dos animais. Em 2007, 4% dos abates eram de animais com menos de 24 menos, esse índice em 2017 passou para 15% do total abatido. Quanto mais cedo a terminação, menor o custo de produção e melhor a qualidade da carne.
  E muito ainda pode ser feito e para auxiliar o produtor na busca por melhores resultado. A Acrimat convidou este ano o engenheiro agrônomo da Scot Consultoria, Marco Tulio Habib Silva. Ele tem o desafio de apresentar tecnologias e modelos produtivos capazes de agregar valor à produção, seja de genética, bezerro, garrote, novilha ou boi gordo e acredita que o “Acrimat em Ação” é o projeto ideal para isso.
 “Esta é uma iniciativa de fomento e de difusão de conhecimento. Mato Grosso é referência em pecuária, não somente por ter o maior rebanho do Brasil e ter melhorado os índices de produtividade nos últimos anos, mas também pelo trabalho desenvolvido pelas entidades de classe ativas”, analisa o palestrante.
  Este ano o Sistema Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) é um dos parceiros do projeto e vai percorrer com a Acrimat os municípios produtores de carne para levar informações sobre o Funrural. “A parceria celebrada entre o Sistema Famato e a Acrimat contribui para os produtores rurais terem ainda mais acesso às informações que são de interesse do setor. Nosso objetivo com as palestras que faremos sobre o Refis e o Funrural durante o ‘Acrimat em Ação’ é esclarecer todas as dúvidas que ainda existem sobre estes temas complexos e que atingem todos os produtores. Com certeza será um momento oportuno para trocarmos experiências, conhecimentos e sanar as dúvidas dos participantes”, afirmou o presidente do Sistema Famato, Normando Corral.
  Para o Sicredi, empresa que apoia o projeto, o ‘Acrimat em Ação’ é uma oportunidade de estar com um número maior de produtores rurais, já que percorrerá 33 municípios de Mato Grosso, bem como estreitar o relacionamento com a comunidade local. O diretor executivo da Central Sicredi Centro Norte, Valmir Galhardo, explica que o crédito é indutor do desenvolvimento da pecuária e que a cooperativa disponibiliza também outros produtos e serviços, como seguro rural, para proteger seu rebanho e a estrutura da sua fazenda. “Temos ainda o consórcio, para que ele consiga trocar o maquinário e melhorar a infraestrutura da propriedade, além de canais de atendimento diversos, desde as agências físicas, passando pelo internet banking e aplicativo Sicredi Mobi”.
  Outro parceiro do “Acrimat em Ação 2018” é o grupo Trescinco e Ariel, que disponibilizam os veículos para percorrer os mais de 10 mil quilômetros que serão rodados entre fevereiro e junho deste ano.
Oito anos de estrada
  Com quase cem mil quilômetros percorridos e mobilização de aproximadamente 30 mil produtores em todas as regiões do Estado, o “Acrimat em Ação” se consolidou como o mais importante projeto da pecuária de corte em Mato Grosso e um dos principais do país. Desde 2010, a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) realiza palestras técnicas nos municípios produtores de carne, promove debate com os pecuaristas e identifica lideranças locais que se tornam representantes regionais da entidade.
  “O Acrimat em Ação foi idealizado para levar informações técnicas a todas as regiões e manter os pecuaristas atualizados sobre as ferramentas existentes para fortalecimento da atividade. Ao mesmo tempo, o evento possibilita a interação entre os produtores e a troca de informações com a entidade para o desenvolvimento de ações para atender os principais anseios dos pecuaristas”, resume o vice-presidente e produtor de Juara, Luís Fernando Conte.
Rotas
  Para atingir todas as regiões produtoras da pecuária mato-grossense, o “Acrimat em Ação 2018” foi dividido em cinco rotas que serão percorridas ao longo dos meses de fevereiro, março, abril, maio, com encerramento agendado para o início de junho.
  Na Rota 1, a equipe composta por cerca de dez pessoas inicia os trabalhos em Poconé (19.02), seguindo para Rio Branco (20.02), São José dos Quatro Marcos (21.02), Pontes e Lacerda (22.02), Vila Bela da Santíssima Trindade (23.02), Porto Esperidião (24.02), Cáceres (26.02) e Araputanga (27.02).
  A Rota 2 começa do dia 06 de março, com palestra em São José do Rio Claro, depois os eventos acontecem em Sinop (07.03), Marcelândia (08.03), Tabaporã (09.03), Juara (10.03), Brasnorte (12.03) e Barra do Bugres (13.03).
  Rota 3 passa por Guarantã do Norte (02.04), Colíder (03.04), Apiacás (04.04), Nova Bandeirantes (05.04), Nova Monte Verde (06.04) e Alta Floresta (07.04). A Rota 4 tem início em Barra do Garças (23.04), Ribeirão Cascalheira (24.04), Vila Rica (25.04), Canarana (26.04), Água Boa (27.04) e Cocalinho (28.04).
  A última, Rota 5, percorre o noroeste do Estado passando por Castanheira (04.05), Juína (05.05), Cotriguaçu (07.05), Colniza (08.05) e Aripuanã (09.05). O projeto é encerrado em Rondonópolis no dia 04 de junho.
Parceiros

  O “Acrimat em Ação 2018” conta com apoio de parceiros que investem no melhoramento continuo da produção do agronegócio, como Sicredi, Serviço Nacional da Aprendizagem Rural (Senar), concessionárias Trescinco e Ariel e Scot Consultoria.
Fonte: JNA Noticias 

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