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O soldado Fabrício Valdanha, 24, de Rondonópolis (212 quilômetros ao Sul de Cuiabá), é a oitava vítima de pistolas da Taurus em Mato Grosso. O acidente com Valdanha aconteceu quinta-feira (2).
Ontem ele ainda estava hospitalizado e, após cirurgia, recebeu o diagnóstico médico. “Perdi um testículo e meio e não vou mais poder ter filho”, lamenta o policial, que é casado e ainda não é pai.
O movimento nacional vem ganhando força para cobrar troca de armamento, denunciando que falhas técnicas estão colocando em risco a vida de servidores da segurança e de terceiros.
Um dos policiais atingidos, Élcio Leite morreu aos 29 anos, em operação no CPA 3, na capital. Atirou em direção ao suposto criminoso e, como a arma travou, acabou sendo baleado e morto.
O secretário de Estado de Segurança Pública, Rogers Jarbas, reconhece que algumas armas da empresa Taurus, que tem sede em São Leopoldo (RS), do modelo 24/7 apresentaram problemas com disparos acidentais ou falhas quando é necessário disparar.
O problema tem sido recorrente em vários pontos do país. Ele determinou a instalação de comissão para uniformizar o material bélico das forças de segurança estaduais. A conclusão deve ser apresentada em até 90 dias. “Queremos comprar Glock, que é uma pistola mais segura”, comenta.
Outro lado
A Taurus emitiu nota lamentando o ocorrido e alegando que, antes de denunciar a situação, “é necessário realizar perícias para verificar a verdadeira causa do incidente”.
Keka Werneck, repórter de A Gazeta
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