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Nova alteração nos preços da gasolina e do diesel deverá reduzir em até 9 centavos os valores dos combustíveis ao consumidor final. Hoje são cobrados em média R$ 3,78 pelo litro de gasolina, que poderá chegar a R$ 3,69/l, enquanto que o diesel custa R$ 3,36/l e pode baixar para R$ 3,27.
Embora, o reajuste possa não ser repassado pelas distribuidoras ou revendas, em obediência a liberdade de preços, a tendência é que até o fim desta semana os motoristas consigam comprar os combustíveis por valores menores. A queda foi anunciada pela Petrobras na sexta-feira (24), em consonância com a política de preços adotada a partir de outubro de 2016.
A redução no preço do diesel na refinaria é de 4,8% e da gasolina de 5,4%. “A decisão é explicada principalmente pelo efeito da valorização do real desde a última revisão de preços, pela redução no valor dos fretes marítimos e ajustes na competitividade da Petrobras no mercado interno”, explicou a estatal, em nota. 
A empresa reafirma a política de revisão de preços a cada 30 dias e explica que esta política permite flexibilidade necessária para lidar com variáveis com alta volatilidade. “Os novos preços continuam com uma margem positiva em relação à paridade internacional, conforme princípio da política anunciada, e estão alinhados com os objetivos do plano de negócios 2017/2021”.
Para o tesoureiro do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombutivel de MT (Sindipetróleo), Ranmed Leite Moussa, a tendência é que ocorram ao consumidor, em respeito ao princípio da livre concorrência. “Ninguém é obrigado a repassar, mas quem não o faz acaba sendo desonesto com o consumidor, e a resposta vem com queda na demanda”. 
Vinícius Bruno 
A Gazeta
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