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O pleito apresentando pela comitiva “poderiam ser doados para as prefeituras o que auxiliaria na manutenção das estradas, em vez de apenas queimar essas máquinas”.

  Durante esta semana lideranças da região noroeste de Mato Grosso e membros da frente em prol do asfaltamento da BR 174 estiveram em Brasília com uma extensa agenda, dentre os compromissos na capital ocorreu um encontro com o ministro do meio ambiente Sarney filho, na ocasião foram cobradas providencias em relação à queima de maquinários em operações realizadas por fiscais do IBAMA.

  Durante a agenda que foi intermediada pelos deputados federais Valtenir Pereira (PMDB), Fábio Garcia (PSB) e Ezequiel Fonseca (PP) a comitiva capitaneada pelos prefeitos de Colniza e Juruena questionou o ministro Sarney Filho sobre o que poderia ser feito em relação as operações, consideradas “abusivas” que tem resultado na queima de maquinários que de acordo o pleito apresentando pela comitiva “poderiam ser doados para as prefeituras o que auxiliaria na manutenção das estradas, em vez de apenas queimar essas máquinas”.

  O ministro prometeu apurar os fatos e tomar as providencias necessárias para resolver o problema da melhor forma possível.

  O chefe do escritório regional do IBAMA em Juína, Evandro Selva em entrevista a Band FM destacou que a “inutilização”, nome dado a ação de destruir ou queimar objetos em operações do órgão é amparada por um dispositivo legal através do Art. 111 do decreto 6514/2008 que permite a inutilização de bens ou apetrechos relacionados a infração ambiental.

  De acordo Evandro a medida é tomada apenas em casos extremos e geralmente está relacionada a problemas de logística na retirada desses bens do local de apreensão que geralmente são locais de difícil acesso, na grande maioria das vezes os proprietários fogem e abandonam os bens, então o IBAMA orienta que “ao chegar a fiscalização os responsáveis pelos bens não devem se evadir do local, devem aceitar a fiscalização e transportar, acompanhados pelos fiscais os bens até pátio do orgão”, Selva destaca ainda que a inutilização do bem fica a critério do coordenador local da operação.
Fonte: Jna notícias
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