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Na primeira tentativa a Lei N°9442017, votada “as escuras” em sessão extraordinária, foi revogada após recomendação do Ministério Público, que inclusive determinou devolução dos valores recebidos até o momento, aproximadamente 55 mil reais.

  Na sessão da última segunda-feira (03), os vereadores do município de Cotriguaçu (950 Km de Cuiabá) votaram uma nova lei de aumento da Verba Indenizatória. Na primeira tentativa a Lei N°9442017, votada “as escuras” em sessão extraordinária, foi revogada após recomendação do Ministério Público, que inclusive determinou devolução dos valores recebidos até o momento, somando um montante de aproximadamente 55 mil reais.

  Após a revogação através da lei Nº 955/2017 de 29 de março de 2017, retornando o valor da VI para o praticado anteriormente, no valor de R$1.500,00 (conforme a lei Nº 834/2014), a mesa diretora da câmara sob a presidência da vereadora de quinto mandato Leani Friedrich Richter (PR), a toque de caixa (apenas 6 dias) editou nova lei estipulando verba indenizatória no valor de R$2.050.

  Segundo informações levantadas por nossa reportagem, a sessão foi acompanhada por dezenas de pessoas, que se manifestaram com vaias à aprovação do projeto. O único vereador a se opor ao aumento foi o vereador estreante Picco Hoffmann (PSB), usou a tribuna para expressar contrariedade ao projeto, disse que “não e possível votar qualquer tipo de aumento nesse momento, isso é injusto”.

  Na opinião do vereador, o novo projeto “demonstra desprezo com a situação econômica do município e na contramão da crise que devassa o País, crise que para esses legisladores parece não existir” afirmou.

   Sabendo da posição contraria do Parlamentar, a presidente da casa de leis, em forma de “represália” apresentou em seguida à aprovação da lei, um ofício a ser assinado por Hoffmann, de acordo com o documento o vereador teria que renunciar expressamente o aumento, conforme aúdio do trecho da sessão.                                      
  Populares comentaram a decisão dos vereadores em redes sociais, alegando em sua maioria que os parlamentares já recebem R$ 1.500 mil por mês de verba indenizatória e que o aumento é uma vergonha para o povo de Cotriguaçu.
  Uma servidora municipal e moradora do bairro planalto lançou duras críticas contra a aprovação da matéria, “Estão nos fazendo de bobos. O pior é que não precisam prestar conta de nada, é um tapa na cara dos servidores que estão sem aumento, nós que pagamos essa gente para nos representar e fazem isso?” reclamou.

  O projeto segue agora para executivo, que tem a prerrogativa legal de sancioná-lo ou vetá-lo.
Fonte: Jna notícias
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