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O índio Ricardo Vieira Cinta Larga, popularmente conhecido como "poeira" foi julgado na manhã desta segunda-feira (3), o jurí popular aconteceu na sede da Justiça Federal em Mato Grosso, o indigena respondeu pela morte de cinco pessoas de uma mesma família de trabalhadores rurais, sendo uma delas menor de idade. O fato aconteceu em fevereiro de 1991 em Juína (740 km de Cuiabá).
O julgamento foi presidido pelo juiz federal Francisco Moura Júnior, e de acordo informações preliminares obtidas pela equipe do   o Réu Ricardo Vieira (poeira) absolvido por unanimidade pelos jurados. O ministério público federal estava representado no jurí pelo procurador da república.
O índio negou a autoria do crime, afirmando que acompanhava um grupo de 60 índios no momento do crime, mas que passou mal e ficou atrás do grupo que supostamente teria matado a família, O ministério publico federal (MPF) afirmou que não irá recorrer da decisão..
 
 
Relembre o caso
 
  De acordo com a denúncia feita a época pelo Ministério Público Estadual de Mato Grosso, um grupo de índios Cinta Larga teria invadido a Fazenda Damiani localizada no loteamento Duas Barras, no município de Juína. Os corpos de quatro vítimas foram encontrados no caminho da casa onde a família residia. Uma quinta vítima, menor de idade, não teve o corpo encontrado, mas supõe-se que também tenha sido morta.

  O crime não teve testemunha ocular, sendo que os corpos foram encontrados já em estado de decomposição. Ricardo Vieira Cinta Larga e Aristinho Siqueira Chupari teriam liderado o grupo.

  Como o caso se trata de conflito gerado pela disputa de áreas de reserva indígena, Ministério Público Federal requereu ao juiz da 3ª Vara da Seção Judiciária de Mato Grosso que reconhecesse ser do MPF a competência para julgar o feito e não da Justiça Estadual. Como tanto a Justiça federal como a estadual afirmaram que seriam competentes para o julgamento, o juiz federal suscitou o conflito de competência no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O STJ declarou, então, a competência da Justiça Federal para julgar o caso.

  Como testemunhas, o MPF/MT listou como testemunhas Branca Maria Jesus de Carvalho, funcionária da Cemat que conversou com Aristino por rádio, após o crime; Wilmar Damiani proprietário da fazenda onde as vítimas trabalhavam e foi quem achou os corpos; e Amaral Cinta Larga, que conta que Aristino afirmara ter cometido o crime. As testemunhas já foram ouvidas por precatória, e não devem ser reinterrogadas em plenário.

  As vítimas foram Laor Campos de Oliveira, Leonora Campos de Oliveira, Vanderleia Campos de Oliveira, Delmiro Campos de Oliveira e Carlos Antônio Leandro, a época menor de idade, e que teve o corpo desaparecido.
Fonte: Jna notícias
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