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Carlos Palmeira 

 

Uma jovem de 21 anos feriu três profissionais do Conselho Tutelar de Cuiabá e outros dois vizinhos com uma faca na noite deste sábado (8). A ocorrência aconteceu após os conselheiros irem ao local investigar denúncias de maus tratos da jovem à sua filha de cerca de trinta dias. A agressora foi presa e o bebê foi entregue para um familiar.O caso aconteceu no bairro Baú e as cinco pessoas feridas foram encaminhadas para o Pronto Socorro de Cuiabá. Elas receberam atendimentos médicos e já foram liberadas. As vítimas também confeccionaram um boletim de ocorrência e ainda no início da tarde deste domingo (9) estavam realizando exames de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML).Segundo informações do coordenador do Plantão do Conselho Tutelar, Marcivon Nunes da Silva, a agressora é usuária de drogas e estava sob efeito dos entorpecentes no momento da ação. Em entrevista ao RDNEWS , ele relatou que as vítimas foram uma uma conselheira, Josefina Maxmiliana de Figueiredo; uma monitora, Odilza Síria Sampaio e o motorista Marcelo Antônio dos Reis, além dos dois vizinhos. Odilza, que teve cortes profundos na barriga e mãos, foi o caso mais grave. “Por volta das 7h da manhã eu a levei (Odilza) para casa, depois dela ser medicada e suturada no Pronto Socorro, e depois ela se dirigiu para o IML para fazer o corpo de delito e ainda tomar alguns remédios. Apesar de ninguém correr risco de vida mais, foi um caso muito sério”, argumentou Marcivon.O coordenador disse que a Polícia Militar foi chamada para atender a ocorrência e que uma ambulância do Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu) também esteve no local. 

Marcivon relatou que apesar de casos assim serem comuns em outros estados do país, essa é a primeira vez que ele viu algo do tipo acontecer tão próximo. “Ameaças a gente sempre recebe. Já tivemos casos, inclusive, de pessoas pegarem alguma faca e mostrarem para alguém da nossa equipe. Mas um incidente com essa gravidade é a primeira vez que eu vejo, em cinco anos trabalhando no Conselho  Tutelar daqui”, relatou.O conselheiro comentou que o bebê foi entregue para um familiar próximo da agressora e que dependendo da situação, ele deve permanecer com os parentes. “Se os familiares mais próximos não tiverem nenhum problema de maus tratos e tiverem condições de cuidar da criança, geralmente fica com eles mesmos. Mas o Conselho vai apresentar o caso para a Promotoria no próximo dia útil, no caso amanhã (10), para que sejam decididos os encaminhamentos da questão”, explicou.



Fonte: RDNEWS
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