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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) investiga onze mortes por suspeita de dengue ocorridas neste ano, em Mato Grosso. Apesar de ainda não confirmadas, as notificações deixaram o órgão estadual de saúde em alerta. De acordo com a SES, de 1ª de janeiro até 8 de abril de 2017, foram registrados 4.769 casos da doença, o que representa 80% de redução em relação ao mesmo período de 2016.

Os casos em investigação são dos municípios mato-grossenses de Canarana, Colíder, Cuiabá, Nossa Senhora do Livramento, Rosário Oeste, Sinop, com três óbitos, Várzea Grande, onde ocorreram outros dois casos, além de um em Campo Grande (MS), envolvendo uma pessoa que teria contraído a doença no Estado. 
O monitoramento, encaminhado pela Vigilância Epidemiológica da SES, apontou também que os casos de febre chikungunya e zika vírus continuam com baixa incidência. No mesmo período foram registrados 780 casos de febre chikungunya.
A incidência acumulada corresponde a 24 casos por 100.000 habitantes e uma redução de 35% em relação ao mesmo período de 2016. Foram notificados casos da doença em 29 cidades do Estado. Neste ano, o zika vírus registrou 627, o que corresponde a 19 casos por 100.000 habitantes, chegando a uma redução de 97% em relação ao mesmo período de 2016. A doença foi notificada em 42 municípios.

Os dados foram divulgados no dia 7 deste mês, data em que se comemorou o Dia Mundial da Saúde e que traz como foco a luta contra o Aedes aegypti. Em todo o país, o Ministério da Saúde informou que seriam realizadas vistorias para identificar criadouros e incentivar toda a população no combate ao mosquito transmissor da dengue, zica e chikungunya. A medida faz parte da campanha Sexta-feira Sem Mosquito.

A iniciativa busca difundir as ações de enfrentamento ao inseto, uma vez que as unidades de saúde estão presentes em todo o país. Além disso, profissionais de saúde verificam a presença de focos do Aedes aegypti em vasos de plantas, jardins, bueiros e ralos, por exemplo, eliminando possíveis criadouros nas unidades. Eles também convidam a comunidade presente para receber orientações sobre prevenção, com dicas de como eliminar os focos, fazer descarte correto do lixo, entre outras medidas. A ideia é sensibilizar as pessoas para que percebam que é muito melhor cuidar do foco do mosquito do que sofrer as consequências da omissão. (JD)
Fonte: Diario de Cuiabá
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