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Keka Werneck, repórter do GD
Mediante notícias de que "entregaria" comparsas em crimes de corrupção na condição de delator, o ex-governador Silval Barbosa (PMDB), preso há 1 ano e 8 meses, veio a público, por meio de nota, afirmar que vai confessar participação em ilícitos, mas não sem o objetivo de expor outros possíveis envolvidos nas irregularidades apuradas pela Operação Sodoma.  "Assumirei minhas responsabilidades perante o Poder Judiciário, confessando fatos pontuais naqueles processos que eu realmente tenha praticado ilícitos penais", diz trecho da nota.
Silval explica que "a postura de confessar determinados fatos não se confunde com delatar pessoas". Isto não significa que nomes de ex-auxiliares envolvidos em crimes não sejam citados nas futuras confissões do ex-gestor. A Operação Sodoma, que resulta de investigações da Delegacia Fazendária (Defaz), trata de fraude na concessão de incentivos fiscais no governo de Silval, feita em troca de propina, e envolve 6 ex-secretários de Estado do staff dele, entre eles Marcel de Cursi e Pedro Nadaf.
Silval nega que tenha feito gravações comprometedoras no gabinete governamental em 2014, final de mandato, e garante que nunca procurou o Ministério Público Estadual, através de advogados, para fechar acordo de delação, com base em tais imagens e áudios.
Segundo ele, o que tem sido noticiado são especulações falsas.
Diz porém que influenciado por familiares, após todo o tempo em que está preso, vai mudar de postura na condução do processo que tramita na Sétima Vara Criminal de Cuiabá, sob a responsabilidade da juíza Selma Rosana.
Confira a íntegra da nota de Silval
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