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O assunto tem tomado conta das discussões nas redes sociais, circula em vários grupos uma imagem com a foto dos vereadores que votaram contra a emenda, com os dizeres “Vereadores que votaram contra o povo de Juína – VEREADOR NOTA ZERO”.

  Na sessão da última segunda-feira (056) na câmara municipal de Juína o plenário rejeitou por 7 votos a 5 a emenda supressiva modificativa N°42017, apresentada pelos vereadores Carlito Rocha e Ivo Pedro que retirava o artigo 4° do projeto de lei 092017 que transfere a obrigação do pagamento do imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISSQN) dos serviços cartorários para o contribuinte, ao invés do prestador de serviço conforme determina o código tributário.

  O projeto considerado polêmico, foi enviado à câmara municipal de Juína pelo prefeito Altir Peruzzo no dia 20 de fevereiro e já foi tirado de pauta outras duas vezes, as divergências em torno da matéria se dão pelo fato de que, a proposta transfere para o cidadão a responsabilidade do pagamento do imposto (ISSQN) nos serviços cartorários, implicando no acréscimo de 4% em cima do valor dos serviços.


  Sete vereadores votaram contra a medida, sendo eles Valdemar, Paulão, Saulo, Eduardo “da Verdan”, Geraldinho, Aélcio “Neguinho Borracheiro” e Neguinho “da quatro”. De acordo com o vereador Saulo Evangelista “sou contra a emenda, o projeto teve parecer favorável nas comissões, por isso votamos contra, projetos como esse já foram aprovados em outras cidades”, o vereador justifica que “o projeto não atinge os menos favorecidos, porque quem gasta no cartório mexe com grandes negócios, gente que ganha muito dinheiro”.

  O assunto tem tomado conta das discussões nas redes sociais, circula em vários grupos uma imagem com a foto dos vereadores que votaram contra a emenda, com os dizeres “Vereadores que votaram contra o povo de Juína – VEREADOR NOTA ZERO”. 

  De acordo com o vereador Carlito Rocha “os vereadores que votaram contra a emenda precisam se explicar para a sociedade de Juína, votaram em detrimento de dois empresários contra a população”, o parlamentar destaca que o projeto na íntegra deve ser votado na próxima sessão, que ocorre dia 126 e convoca a população para ir na câmara e acompanhar a votação.
Fonte: Jna notícias
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