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Bancos de Mato Grosso irão fechar no dia 30 em apoio a greve nacional
O Sindicato dos Bancários de Mato Grosso (Seeb/MT) irá aderir à nova greve geral marcada para a próxima sexta-feira (30). A decisão vale para toda a categoria bancária. A participação na greve foi decidida em assembleia realizada no dia 23 de junho. 
Os bancários de Mato Grosso irão se juntar aos demais bancários de todo o país em protesto contra as reformas trabalhista, previdenciária e terceirização que tramitam no Congresso Nacional, conforme orientação do Comando Nacional da Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). A expectativa é que 100% das agências bancárias públicas e privadas em todo o Mato Grosso paralisem as atividades durante 24 horas. Apenas os caixas de auto atendimento vão funcionar.
Durante a semana toda, até o dia 30, a direção do Sindicato estará realizando reuniões e fazendo panfletagem nas agências bancárias da capital e do interior com o objetivo de fortalecer a greve contra essas reformas que, na visão da categoria, retiram direitos dos trabalhadores.
Para o presidente do Seeb/MT, Clodoaldo Barbosa, as reformas propostas por Temer retiram direitos e as garantias de futuro da classe trabalhadora. “A Greve é necessária para manifestar nossa insatisfação com essas propostas. Somente parando as nossas atividades e participando da mobilização junto com todos os trabalhadores do país, que poderemos barrar essas reformas que retiram  muitos direitos importantes. A greve do dia 30 será um momento decisivo, por isso avaliamos como fundamental mostrar a unidade de toda a classe trabalhadora", avalia. 
"O governo e o Congresso Nacional estão aceleram a pauta para responder aos banqueiros e empresários. Eles querem acabar com  todos os direitos trabalhistas, terceirizar todos os trabalhadores e acabar com os bancos públicos", ressalta o presidente do Seeb/MT.
Na opinião do secretário geral do Seeb/MT, Alex Rodrigues, só resta aos trabalhadores irem às ruas com participação efetiva na greve do dia 30 de junho, pois se esse projeto for aprovado é o fim de direitos conquistados a mais de 60 anos. “Não há outra opção, senão uma greve geral forte, no dia 30, pois o Congresso Nacional brasileiro, já demonstrou que não representa o povo, mas sim, os interesses do grande empresariado rural e urbano. Ao povo só resta demonstrar que se eles não recuarem iremos parar esse país”, comenta
Na última greve geral, realizada no dia 28 de abril, as agências bancárias de norte a sul do Brasil amanheceram fechadas e reabriram só no dia seguinte. E, no final do dia, em Cuiabá, os bancários participaram da maior manifestação de rua dos últimos anos em Mato Grosso. Foram quase 50 mil trabalhadores do campo e da cidade, representando várias categorias, fecharam o Centro da Capital em protesto às temerosas reformas propostas pelo Governo Temer.
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