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Mato Grosso registrou uma queda de 6,2% na produção industrial em abril na comparação com o mesmo mês em 2016. O número é um pouco acima da média nacional, que calculou um recuo de 4,5% no mesmo período. 
Os dados foram divulgados nesta sexta (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em abril de 2016 o Estado havia conseguido alavancar o setor em 5,3% na comparação com o mesmo mês do ano anterior.
O registro também é negativo para Mato Grosso na análise do primeiro quadrimestre nesse ano. Entre janeiro e abril a produção industrial apresentou queda de 0,9% em relação aos últimos quatro meses do ano passado. O saldo é um pouco maior que a média nacional que teve queda de 0,7% no mesmo período.
No caso do acumulado em doze meses o setor apresenta redução de 4% na performance no Estado. A média nacional foi calculada em 3,6%, também de queda.   
Setores
Em seu relatório, o IBGE aponta que no primeiro quadrimestre de 2017 o Brasil registrou retração na produção de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-15%); impressão e reprodução de gravações (-11,5%); outros equipamentos de transporte (-9,5%); coque e produtos derivados do petróleo e bicombustível (-9,1%); máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-8,1%); móveis -7%); produtos alimentícios (-6,2%); produtos de minerais não-metálicos (-3,3%); produtos de metal (-2,3%); perfumaria, sabões e produtos de limpeza (-2,1%); produtos de madeira (-0,9%) e bebidas (-0,7%).
Do outro lado, a indústria produziu mais nos setores de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (17,7%); veículos automotores, reboques e carrocerias (8,9%); indústrias e extrativas (7,2%); confecção de artigos do vestuário e acessórios (5,5%); manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (5,4%); produtos têxteis (4,2%); metalurgia (3,5%); produtos diversos (1,8%); couro, artigos de viagem e calçados (1,5%); produtos de borracha e de material plástico (1,4%); celulose, papel e produtos de papel (1,3%); produtos do fumo (1%); máquinas e equipamentos (0,8%) e outros produtos químicos (0,1%). 
Fonte: Carlos Palmeira
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