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O PSB que lidera movimento na Câmara de Cuiabá contra o prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB) está afundado até o "pescoço" na delação do ex-governador Silval Barbosa (PMDB). É o partido que tem mais integrantes citados em esquemas que ocorreram durante a gestão do peemedebista.
Entre os delatados estão o casal Oscar e Luciane Bezerra (deputado estadual e prefeita de Juara), o ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes, o deputado estadual Mauro Savi e os federais Fabio Garcia e Valtenir Pereira.
Mário Okamura
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 Delatados por Silval Barbosa: Mauro Mendes, Luciane e Oscar Bezerra, Valtenir Pereira, Mauro Savi e Fábio Garcia
Por outro lado, o correlegionário Marcelo Bussiki faz vista grossa para os colegas ao mesmo tempo em que condena Emanuel, flagrado em situação semelhante a de Luciane. Ele coordena o movimento de cassaçãono Parlamento e já iniciou a coleta de assinaturas para o requerimento de abertura de CPI por quebra de decoro, uma vez que a atitude de Emanuel fere o inciso 10º do artigo 4 do Decreto de Lei 201/67, que dispõe sobre a responsabilidade de prefeito e vereadores.
Apesar de pertencer ao grupo político rival, Fabio não escapou de ser citado na delação do ex-governador. O fato relatado envolve o desvio do óleo diesel doado ao governo estadual na assinatura do convênio de arrendamento da termoelétrica Pantanal Energia para Petrobrás.
Em relação ao principal líder do PSB, Mauro Mendes, Silval o acusa de pedir doação de R$ 20 milhões para a campanha do então candidato ao governo, Pedro Taques (PSDB), a fim de garantir que o acordo estava de pé. De um lado, o peemedebista não investiria na campanha do adversário do tucano, Lúdio Cabral (PT). E Taques não abriria a “caixa preta” da Gestão Silval.
Na delação, o ex-governador acusa o casal Oscar e Luciane Bezerra. O primeiro teria cobrado R$ 15 milhões em propina para não indiciá-lo na CPI das Obras da Copa, presidida pelo socialista. Luciane, quando exercia mandato de deputada estadual, aparece em vídeo recebendo maços de dinheiro.
O deputado Mauro Savi é suspeito de chefiar esquema de propina no Detran. Segundo Silval, o parlamentar gerenciava cada um dos esquemas nos quais o Detran era partícipe, e chegava até mesmo a escolher quem seria o presidente do órgão.
O presidente da sigla, Valtenir Pereira, por sua vez, teria cobrado propina após intermediar a liberação de recursos junto ao Ministério da Integração Nacional para atender Colniza (a 1,114 km de Cuiabá). O fato que teria ocorrido em 2011, quando o município decretou situação de emergência por conta das chuvas. Desde que as matérias foram veiculadas, todos os citados negaram qualquer tipo de ações ilícitas.
Fonte:Olhar Direto 
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