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Foto: ReproduçãoPor causa do atual regime hidrológico, a tendência é que as tarifas de energia elétrica vigorem em outubro acrescidas da bandeira tarifária vermelha, no patamar 2, reafirmou ontem o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino.  "A lógica, a tendência, é que estamos com um regime hidrológico ainda muito desfavorável. As chuvas atrasaram. A tendência é, para a próxima semana, o CMO estar mais caro.
Então, caminha na direção da bandeira vermelha. E é mais provável que chegue ao patamar 2", afirmou Rufino, pouco antes de dar palestra na Sessão Especial do Fórum Nacional, organizado pelo Instituto Nacional de Altos Estudos (Inae), no Rio.  Rufino frisou que falou em termos de tendência, pois somente na próxima semana será fechada a bandeira tarifária que valerá em outubro, conforme o Custo Marginal de Operação (CMO). O Operador Nacional do Sistema (ONS) também prevê que a bandeira vermelha vigorará em outubro e novembro. 
O diretor-geral da Aneel também descartou a possibilidade de haver desabastecimento de energia elétrica em 2018, mesmo que o crescimento da economia seja mais forte do que o inicialmente esperado. Mesmo o despacho das usinas termelétricas mais caras, caso a demanda suba, pode ser evitado caso o Brasil importe energia da Argentina a um preço melhor.  "Só vamos importar se os preços forem competitivos em relação às térmicas que eu tenho. O que foi feito é uma autorização para importar.
O comercializador vai declarar o valor e, aí, o ONS está autorizado a acionar, desde que ela desloque as térmicas mais caras", disse Rufino.  Na quinta-feira, o diretor-geral do ONS, Luiz Eduardo Barata, disse ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, que, para amenizar o impacto da seca nos preços, serão importados cerca de 1 mil megawatts-médios da Argentina, já a partir do mês que vem. 
HORÁRIO DE VERÃO 
Do ponto de vista do setor elétrico, não se justifica mais a adoção do horário de verão, afirmou ontem o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino. Segundo Rufino, a avaliação foi feita pelos diversos órgãos governamentais ligados ao setor elétrico, no âmbito do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE). Uma decisão, agora, caberá ao governo, que levará em conta os efeitos sobre outros setores, como indústria e comércio.  "A avaliação é que, sob a perspectiva do setor elétrico, o horário de verão não se justifica", disse Rufino, pouco antes de participar da Sessão Especial do Fórum Nacional, organizado pelo Instituto Nacional de Altos Estudos (Inae), no Rio. 
Se vigorar neste ano, o horário de verão começa em 15 de outubro e termina em 17 de fevereiro. Segundo Rufino, a Aneel não se manifestará nem tomará nenhuma decisão sobre o horário de verão, que é estabelecido por decreto federal

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