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Foto: ReproduçãoA greve dos servidores do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) encerra a sua segunda semana, ainda sem previsão de retorno. Na última terça-feira (19) aconteceu uma audiência, no Núcleo de Mediação do Tribunal de Justiça, nova reunião marcada então para a tarde de ontem (21) e a decisão de continuidade do movimento.
Na reunião de terça, conforme nota da diretoria do Sinetran-MT, “o Governo do Estado enviou apenas um emissário, procurador do Estado que atua na Casa Civil. O Governo não enviou proposta e anunciou que amanhã fará uma apresentação para o Sindicato na Casa Civil, sem maiores informações ou compromissos. Nova audiência ficou designada no Núcleo de Mediação do TJ para quinta-feira. ”
A reunião estava marcada para as 15h, no entanto não aconteceu. “Ontem, na reunião em que o Sindicato compareceu na Casa Civil para mais uma vez tentar resolver a situação da pauta, em que estavam presentes todo o Secretariado de Estado e o presidente do Detran, o Governo fez uma apresentação da PEC do teto que já tramita na AL-MT e tentou intimidar a direção do Sinetran com o corte de ponto dos dias da greve. Ao final o Secretário de Gestão, Júlio Modesto, assumiu pessoalmente o compromisso em participar da reunião de hoje e o Governo ainda publicou, em seguida, em seu site oficial, uma nota publicando o compromisso em dar continuidade às discussões da pauta da greve no Núcleo de Mediação do TJ.
Menos de 24 horas após o compromisso e faltando apenas três horas para a audiência de hoje, o Governo do Estado enviou email à Central de Conciliação informando que não iria comparecer e que dava por encerrada as negociações até segunda ordem”, diz trecho da nota enviada pelo Sindicato os Servidores do Departamento de Trânsito de Mato Grosso (Sinetran-MT).
O movimento teve início no dia 11 para cobrar a aprovação de uma nova tabela salarial para os servidores do órgão. Eles alegam que o governo não cumpriu com um acordo feito com o sindicato no dia 17 de agosto, quando foi realizada uma paralisação de 24 horas. Cerca de 900 funcionários deixaram de realizar os atendimentos nas 71 unidades do estado.
O movimento grevista deve seguir. “Nossa greve é forte em todo o Estado porque estamos conscientes que o Governo quer nos impor ainda mais arrocho salarial com a PEC que já está agendada para votação no próximo mês e que irá impedir reajustes das tabelas salariais das carreiras. Por isso o caminho é fortalecer ainda mais o nosso movimento e permanecer firmes até a conquista da reivindicação! 

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