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Paulo Fabrício Nogueira Rocha, de 28 anos foi morto depois de uma briga com a mãe em casa, em Primavera do Leste (Foto: Facebook/Reprodução) A comerciante Sandra Rosângela Nogueira da Silva, de 48 anos, suspeita de matar o filho na sexta-feira (15) em Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá, se apresentou à Polícia Civil nessa segunda-feira (18). Ela alegou em depoimento que tinha um relacionamento difícil com o filho e que ele era alcoólatra havia 10 anos. Paulo Fabrício Nogueira Rocha, de 28 anos, foi morto depois de uma briga com a mãe em casa.
De acordo com o delegado Bruno de Morais, Sandra se apresentou na delegacia acompanhada de um advogado. O G1 tentou e não conseguiu localizar a suspeita e o advogado.
“Ela disse que eles tinham um relacionamento difícil e que o filho apresentava problemas emocionais, psicológicos e tinha problema com o alcoolismo”, declarou o delegado ao G1.
A mãe contou ao delegado que dava suporte ao filho e já o internou por diversas vezes para tratamento da doença. Eles moravam juntos na mesma casa e trabalhavam em uma loja de assistência técnica de celular no Bairro PVA III. A residência fica aos fundos do estabelecimento da família.
“No dia [do crime] ele estava brigando com ela, pedindo dinheiro para comprar bebida e ela estava negando. Ele entrou no quarto dela, danificou os bens e móveis, entre eles um espelho que tinha moldura de madeira. Ela pegou essa moldura e usou para golpear a cabeça [do filho], até a morte”, detalhou Morais.
Conforme o depoimento, Sandra alegou à polícia que já foi agredida pelo filho por causa do alcoolismo e que vivia nessa situação – de brigas e problemas emocionais – havia 10 anos.
A polícia abriu inquérito e vai apurar se outras pessoas presenciaram o crime. “Ela [a mãe] cometeu o delito na sexta-feira e ligou para uma pessoa dizendo o que havia feito. Depois, ela foi para Rondonópolis [a 218 km de Cuiabá] e voltou para Primavera do Leste. Ela foi liberada depois do interrogatório por não estar mais em período do flagrante [para ser presa]”, finalizou o delegado.

Por Denise Soares, G1 MT

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