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A segunda fase da operação “Corruptus”, da Polícia Judiciária Civil de Colíder (650 km ao Norte), prendeu na quarta-feira (13), mais três agentes penitenciários, acusados de coagir testemunhas da investigação que desarticulou um esquema de entrada de aparelhos celulares e drogas ilícitas  na cadeia feminina do município.

Os presos, M.E.V.A, L.S.A e F.V.S, uma agente mulher e dois agentes homens, tiveram os mandados de prisão concedidos pelo Poder Judiciário, por estarem coagindo testemunhas no curso da investigação policial. As ordens foram cumpridas pelo delegado Vinicius de Assis Nazário, substitui o delegado  Ruy Guilherme Peral, em suas férias. A equipe do Grupo Armado de Resposta Rápida de Alta Floresta também reforçou a ação policial.

Segundo relatos de presas, colhidas no inquérito policial, os agentes presos nessa fase também integrariam o esquema de ingresso de celular dentro da cadeia feminina. As reeducandas também relatam que, após a prisão da primeira agente prisional no começo de setembro, foram coagidas e até ameaçadas a mudar as informações prestadas , alegando terem sido pressionadas na Delegacia de Polícia, quando fossem ouvidas em juízo. Segundo as presas, caso uma delas recebessem alvará de soltura seriam "eliminadas" do lado de fora da cadeia.

No dia 05 de setembro, a Polícia Civil deflagrou a primeira fase da operação, levando a prisão da agente penitenciaria F.R.S, 40,  e a ex-presidiária S.C.S, 30. Elas  respondem pelos crimes de organização criminosa, corrupção passiva e outros delitos em apuração ainda.

Da Assessoria
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