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O Hospital Regional de Sinop suspendeu atendimentos desde o dia 7 de setembro.

A prefeita de Sinop, Rosana Martinelli (PR), visitou a Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h), na Avenida André Maggi, na manhã desta quinta-feira (28). Acompanhada do secretário municipal de Saúde Marcelo Klement e de alguns vereadores, a gestora verificou “in loco“ a superlotação pela qual tem passado a unidade devido à paralisação dos atendimentos de urgência e emergência do Hospital Regional.

Após a visita, a prefeita informou que busca mobilizar uma força tarefa com vereadores de Sinop, prefeitos da região, deputados estaduais e federais e Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), para uma reunião nessa sexta-feira (29), com o governador Pedro Taques (PSDB).

Rosana Martinelli colocou o município à disposição nas tratativas para solucionar o problema, mas destacou a preocupação da administração municipal já que a UPA 24h não possui estrutura hospitalar para suportar os atendimentos, antes realizados pelo Hospital Regional.

"Nossa UPA não tem estrutura necessária para que a gente possa dar o atendimento para casos graves. É preocupante e estamos fazendo o possível com toda a equipe da prefeitura, junto com os servidores que atendem na UPA, estamos colocando ambulâncias à disposição para a remoção de pacientes para outros municípios, mas sabemos que isso é uma medida paliativa, pois não temos condições de dar suporte. É preocupante, pois estamos lidando com vidas", destacou Rosana.

O Hospital Regional de Sinop suspendeu atendimentos desde o dia 7 de setembro. Para unidade só eram encaminhados casos de urgência e emergência. Em algumas situações os pacientes foram transferidos da UPA com a medicação específica. A explicação da administração da unidade seria relacionada ao atraso de repasses por parte do Governo do Estado.

As vereadoras professora Branca (PR) e Maria José da Saúde (PMDB) e o vereador Remídio Kuntz (PR) acompanharam a visita a UPA. Os parlamentares também tem se mobilizado para discutir a situação da saúde no município.

"Juntando força e indo até o governo cobrar, porque é de competência deles. Uma vez que fecham as portas do Regional estrangula o atendimento no município, que tem seu atendimento limitado. Todos sabem que a UPA é um setor de estabilização. Enquanto Poder Legislativo estamos unindo forças com representantes de outros municípios para acompanha a prefeita a Cuiabá e pedir misericórdia ao Governo do Estado. São vidas e temos que zelar é uma responsabilidade que não se pode negar", asseverou a professora Branca.

Visita ao Regional

Nessa quarta-feira (27), os secretários de Saúde de Sinop e Santa Carmen, Marcelo Klement e Fátima Malinsk, respectivamente visitaram hospital e foi constatada a falta de medicamentos e insumos na unidade.


No local, os gestores foram informados pela administração do hospital que a unidade tem operado apenas 35% de sua capacidade, sendo que dos 148 leitos apenas 53 estão ocupados por pacientes.


O pronto atendimento e a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica estão fechados e, a partir desta quarta-feira (27), não serão mais recebidos nem os pacientes encaminhados pelo Corpo de Bombeiros. Na UTI adulto, dos dez leitos, dois estão vagos, também pela impossibilidade de receber pacientes devido à falta de medicamento.


O Hospital Regional de Sinop suspendeu atendimentos desde o dia 7 de setembro. Para unidade só eram encaminhados casos de urgência e emergência. Em algumas situações os pacientes foram transferidos da UPA com a medicação específica. A explicação da administração da unidade seria relacionada ao atraso de repasses por parte do Governo do Estado.

Da Assessoria

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