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A operação denominada“Cerejeira” foi deflagrada na manhã desta sexta-feira (06) pela Polícia Judiciária Civil, IBAMA e Ministério Publico Estadual, em Juína, Mato Grosso. Os policiais cumpriram cinco mandados de busca e apreensão e cinco de condução coercitiva, esta foi à primeira fase da operação.
O delegado regional da Polícia Civil José Carlos de Almeida Junior, afirmou em entrevista, que a operação foi contra uma associação criminosa que constituem empresas de “fachada” e emitem notas fiscais para “esquentamento” de madeiras extraídas ilegalmente.
As “empresas” funcionavam na região central da cidade e segundo as investigações o movimento financeiro era exorbitante. 
- Nós não temos ainda valores, mas o que está provado no inquérito policial é que eles movimentaram muitas empresas de fachadas constituídas em nome de laranjas, e com certeza a lesão na ordem tributária e crimes ambientais são de grandes proporções – destacou o delegado.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, a polícia identificou que os suspeitos alugaram prédio e constituíram de maneira irregular. Havia apenas uma “portinha” e emitiam nota fiscal para vendas de madeiras de metros cúbicos e não tinham movimentação sequer de uma tábua.
Foram conduzidos coercitivamente a delegacia: Dhiogenes Moretti Nunes, João Pedro Esper Cheida Barbosa, Alexsandro Souza Silva e Alexandra, funcionária de uma empresa madeireira,  todos foram ouvidos e liberados. As investigações continuarão para identificar como o grupo atuava e posteriormente serão indiciados no inquérito policial e mesmo se todos negarem a prática deste crime, o inquérito tem prova suficiente para indicia-los, pontuou o delegado José Carlos.
Nessa primeira fase da investigação foram identificadas as pessoas que operavam as empresas fantasmas e na sequencia serão ouvidos os empresários madeireiros que se beneficiavam desse esquema.
O Ministério Publico Estadual, através da promotoria de justiça de Juína, deu todo respaldo para a operação. O promotor de justiça criminal Danilo Preti Vieira, contou que as investigações iniciaram o ano passado.
- É a primeira fase da operação e nesse primeiro momento não vimos necessidade de realizar prisão preventiva dessas pessoas. No decorrer das investigações vai verificar se há pertinência necessidade da prisão preventiva de todos – relatou.
O portal Juína News, fica a disposição para a defesa dos conduzidos.
  • Fonte: Juína News
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