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Pôster com foto do argentino atrás das grades foi divulgado pelo Intelligence Group, especializado no monitoramento de mensagens de grupos jihadistas

Wafa Media Foundation , órgão de propaganda jihadista próximo ao Estado Islâmico, usou uma foto do argentino Lionel Messi em um pôster de ameaça contra a Copa do Mundo de 2018, que será disputada na Rússia. O cartaz foi publicado nesta terça-feira pelo Intelligence Group , especializado no monitoramento de mensagens ligadas a grupos jihadistas na internet.
Messi aparece atrás das grades em cartaz de grupo ligado ao Estado Islâmico com ameaças à Copa de 2018
Ansa
Messi aparece atrás das grades em cartaz de grupo ligado ao Estado Islâmico com ameaças à Copa de 2018
A imagem mostra o craque argentino atrás de grades, com roupa de prisioneiro e um dos olhos sangrando, ao lado de uma frase ameaçadora. "Você está lutando contra um Estado que não tem 'fracasso' em seu dicionário", diz o texto do grupo ligado ao Estado Islâmico. Além disso, o cartaz diz "Apenas terrorismo".

Outras ameaças

Esta não é a primeira vez que um grupo pró EI ameaça o Mundial. No último dia 20, a Wafa' já havia divulgado um pôster que reproduz um homem com um fuzil observando o estádio Luzhniki, em Moscou, que receberá partidas da Copa, com a frase: "Inimigos de Alá na Rússia, eu juro que o fogo dos mujahideen (combatentes que sacrificam as próprias vidas em nome da religião e da promessa que terão uma recompensa no paraíso) queimará vocês, apenas esperem".
Grupo pró-Estado Islâmico publicou cartaz com ameaça à Copa de 2018
Ansa
Grupo pró-Estado Islâmico publicou cartaz com ameaça à Copa de 2018
Ainda em outubro, o Wafa publicou um artigo em que estimulava o ataque dos chamados "lobos solitários" no Ocidente, como o tiroteio em massa em Las Vegas, que feriu mais de 500 pessoas e matou 59. Em julho, o Intelligence Group denunciou que o EI teria planejado ataques terrorista no torneio de tênis de Wimbledon e iria repetir o que aconteceu na saída do show da cantora Ariana Grande, em 22 de maio, em Manchester, que deixou 22 mortos.
A Rússia não integra a coalizão internacional anti-Estado Islâmico, mas luta contra o grupo terrorista ao lado do regime de Bashar al Assad, na Síria. Outros países como Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, França e Holanda também têm tentado combater o grupo extremista, mas em uma outra aliança.
Fonte: Ig Esportes
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