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personal trainer Helen Christy Lesco, tem passado dias difíceis desde que foi presa preventivamente no presídio Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, na Operação Esdras deflagrada pela Polícia Civil.
Ela foi presa por determinação do desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, em 27 de setembro, por suposto envolvimento na organização criminosa que teria engendrado esquema de grampos ilegais no Estado.
Hipernotícias
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Helen Christy Lesco chega acompanhada com duas agentes na Polícia Civil para depor
Conforme informações obtidas pelo , Helen, que é esposa do ex-chefe da Casa Militar, coronel Evandro Lesco, se recusa a sair de dentro de uma sala usada como salão de beleza das detentas, durante o banho de sol. Ela, que se destacava nas redes sociais pelos exercícios físicos e alimentação balanceada, também tem se recusado a comer as três refeições (café da manhã, almoço e janta) distribuídas pelo sistema penitenciário e a retirar o mega hair, que teria custado cerca de R$ 6 mil.
Helen também se mostra deprimida, uma vez que, desde que chegou ao local, chora insistentemente. Antes da prisão, aparece em vídeo dizendo que sua vida vai muito bem, obrigada. Ela é gravada em um restaurante por uma amiga não identificada, que pergunta se ela está preocupada com algo. A personal, que aparece mexendo no telefone, para e responde: “com o que? Agenda cheia. Dinheiro na conta. Alunas magras, uma mais bonita que a outra. E cabelo loiro, de R$ 6 mil. Vou ficar preocupada com o que?”, diz com sorriso bem largo.
Sejudh
A assessoria da secretaria estadual de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) nega que Helen esteja presa na sala utilizada como salão de beleza. Afirma que ela foi colocada em uma cela destinada às presas com nível superior, estando sozinha no local.
A pasta não confirma que Helen tem se recusado a se alimentar com a comida produzida por uma empresa terceirizada. Diz que ela só poderá receber comida diferente aos domingos, que são os dias de visitas.
Coação
Perri acusa Helen de ter coagido o escrivão responsável pelo Inquérito Policial Militar (IPM) referente aos grampos ilegais, coronel José Henrique Costa Soares, para ter acesso a informações privilegiadas e tentar arranjar provas para afastar o magistrado da relatoria dos inquéritos.
Conforme o desembargador, Soares, em depoimento à delegada Ana Cristina Feldner, revelou que se encontrou com Helen quando Lesco estava preso. No encontro, Helen disse que a Sesp tinha posse de interceptações e vídeos que revelavam sua dependência química.
Helen ainda ressaltou que Lesco estava preso e precisava resolver essa questão. Foi então que pediu para que Soares avisasse tudo o que acontecesse no curso do IPM, assim como monitorasse “todos os passos” de Perri.
O escrivão diz que por se sentir coagido e temeroso de que sua dependência química fosse descoberta, decidiu aceitar o pedido. Alguns dias depois, Soares declara que foi chamado para uma reunião com o coronel Jorge Catarino Morais Ribeiro, responsável pelo inquérito militar. Tal encontro teve a participação do desembargador, da delegada Ana Cristina Feldner e de um assessor do desembargador.
Soares afirma que gravou toda a reunião em seu celular. O encontro serviu para o escrivão ser apresentado a Perri. Após a reunião, Soares diz que voltou a se encontrar com Helen. Ele deixou o carro no mesmo posto do encontro anterior e se dirigiu à casa de Lesco, no carro de sua esposa. Lá, ele repassou a gravação de 2h a Helen, por meio do bluetooth.
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