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Admilson Santos permanece com balas alojadas na perna e nas costas. Deve retornar para Rondônia.

O secretário de Finanças de Colniza Admilson Santos, 41 anos, está no quarto do hospital municipal de Juína e passa bem. Ele está internado desde a última sexta (15), quando sofreu atentado no carro onde também estava o prefeito Vando Colnizatur, que morreu no local. Admilson foi alvejado com tiros na perna e nas costas.
Conforme o Rd news apurou, a direção do hospital emitiu pedido ao prefeito de Juína Altir Peruzzo (PT) para reforçar a segurança no local a fim de proibir a entrada de jornalistas na unidade. Abalado, o secretário teme pela vida e, por isso, tem evitado a imprensa.
Ele repousa em um quarto isolado, sem muito acesso para não chamar a atenção. Conversa normalmente, anda, e está prestes a receber alta. Os médicos o aconselharam a não retirar as balas alojadas no corpo devido às posições em que se encontram.
O projétil na perna, por exemplo, está bem próximo a um osso, e nas costas a bala está perto dos pulmões. Admilson pretende retornar a Rondônia, cidade de origem e, por isso, não deve retomar as atividades na Prefeitura de Colniza. Ele era amigo de Vando e estava no município exclusivamente para ser secretário de Finanças, a convite do então prefeito.
Atentado
O prefeito foi executado na sexta, quando dirigia uma Toyota SW4, preta, e foi interceptado por criminosos, em um veículo SUV, preto, a cerca de 7 km da entrada da cidade. Vando foi atingido, mas ainda conseguiu dirigir alguns metros e morreu no perímetro urbano na BR-174, esquina com a avenida 7 de Setembro.
motivação do assassinato teria sido uma dívida entre a vítima e o mandante do crime, Antônio Pereira Rodrigues Neto. A reportagem apurou que a principal linha de investigação da polícia seria essa. O que ainda não ficou claro é de quem seria a pendência financeira. A possibilidade de mais pessoas estarem envolvidas ainda não é descartada. O compromisso financeiro não honrado é um dos assuntos mais comentados no município.
Os suspeitos Zenilton Xavier de Almeida, Antônio e Welisson Brito Silva, foram presos em uma estrada entre Juruena e Castanheira (880 km e 735 km a Noroeste da Capital), respectivamente.

Fonte: rdnews
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