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Yana Fois Coelho Alvarenga usava o poder aquisitivo e a influência que tinha na região para cometer o atentado.

   O juiz Ricardo Nicolino de Castro aceitou a denúncia do Ministério Público (MP) e determinou a prisão preventiva da médica Yana Fois Coelho Alvarenga. Ela é acusada de ser a mandante do assassinato do prefeito de Colniza, Esvandir Mendes, 61 anos. O crime aconteceu no dia 15 de dezembro.
   Segundo o magistrado, a prisão da médica é necessária pois ela usava sua influência na região e poder financeiro para intimidar testemunhas e tentar atrapalhar as investigações sobre o crime.
   “Ademais, mesmo ciente da investigação policial, a todo momento a denunciada Yana demonstrou a intensão de atrapalhar a coleta de outras provas, nunca sendo demais lembrar que a denunciada pertence à família de poder econômico e notoriedade na cidade, que goza de grande prestígio social, o que não raramente serve de meio intimidatório para a colheita de provas, em especial a testemunhal, ainda mais em uma comunidade tão simples como a cidade de Colniza/MT”, consta na decisão.
   Ainda conforme o magistrado, a a médica tem que continuar presa para não interferir na coleta de novas provas relacionadas ao assassinato do prefeito.
    “Inferindo-se, assim, que, em liberdade, há fundado receio de que possa interferir na coleta de prova judicial, servindo sua prisão para garantir a sia aquisição, conservação e veracidade, imune a qualquer ingerência nefasta da denunciada”, diz o juiz.
Acatou denúncia
   Na mesma decisão, o juiz aceitou a denúncia contra os quatro acusados pelo Ministério Público do Estado (MPE) da execução do prefeito.
   Com a decisão, o empresário Antônio Pereira Rodrigues Neto, a mulher dele, a médica Yana Fois Coelho Alvarenga, e os executores do crime Zenilton Xavier de Almeida e Welison Brito Silva tornam-se réus.
   A denúncia foi protocolada no dia 27 de dezembro e a decisão do magistrado foi proferida na terça-feira (2), durante o plantão judicial. O magistrado determinou a juntada de todas as informações e ainda deve designar as audiências para ouvir os réus e testemunhas do caso.
O crime
   No dia 15 de dezembro, o prefeito conduzia uma Toyota SW4 preta quando foi interceptado pelos criminosos, cerca de 7 quilômetros da entrada da cidade. O veículo foi ao encontro da caminhonete, momento que foram efetuados vários disparos contra o prefeito Esvandir que ainda conseguiu dirigir, mas morreu no perímetro urbano, na BR 174, esquina com a Rua 7 de Setembro. Outros dois disparos feriram o secretário Admilson Ferreira dos Santos, sendo um na perna esquerda e outro nas costas.
Fonte: ReporterMT
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