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Carlos Favaro mantém suspense sobre possível candidatura ao governo do estado
O vice-governador Carlos Favaro se nega a falar de seu futuro político e das estratégias de seu partido para o pleito que se avizinha. Consultado, sai pela tangente e diz que vai discutir o tema eleição somente depois do carnaval.
Em público ou em círculos restritos, Carlão – como é tratado por amigos mais próximos – demonstra lealdade ao governador Pedro Taques (PSDB) e defende sua reeleição.
O problema é que o Paiaguás tornou-se a casa dos atritos, onde ruídos, discórdias e futricas corroem em escala geométrica a popularidade do governador tucano.
Taques é, simultaneamente alvejado no ninho por correligionários bicudos, trucidado pela base aliada na AL, bombardeado por servidores públicos, tratado com desprezo por prefeitos, vereadores e movimentos sociais.
Chega a ser ridículo ver o chefe do executivo levar bordoada até de delinquente ressuscitado das catacumbas dos presídios. Silval passar descompostura em Taquesevidencia que o fim do mundo chegou e ninguém foi avisado.
Taques mergulhou no ano novo e decisivo para sua vida política com os problemas do ano velho nas costas. É preciso bater a poeira, passar por uma sessão de descarrego, exorcizar os maus espíritos e se livrar do negativo carma que insiste em acompanha-lo. Se conseguir essa proeza, em tão exíguo lapso temporal, pode colocar o nome na urna eletrônica com um número de dois dígitos, caso contrário, deve buscar abrigo sob o concha convexa do Congresso Nacional.
O ex-governador Silval Barbosa, que experimentou o pau de arara e permaneceu quase dois anos na masmorra, sabe o que significa ser sucedido no comando do estado por “um inimigo, um adversário radical e figadal”, como diria o analista político Paulo Vannuchi ou por um aliado desleal, oportunista e interesseiro, como são alguns dos comensais do Paiaguás.
De acordo com a coluna Radar da revista Veja, o presidente nacional do PSD, ministro Gilberto Kassab, acredita que o vice-governador Carlos Favaro entre na disputa majoritária e conquiste o comando do governo do estado. Resta saber se Favaro tem esse projeto e se para viabilizá-lo teria coragem de romper com o amigo Taques ou, na hipótese menos invasiva, esperar para ver se Taques tem humildade e capacidade de autocritica para enxergar que sua candidatura à reeleição se torna a cada dia menos viável.
Fonte:Edesio Adorno 
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