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MPE pede que prefeitura de Colniza exonere médica acusada de ajudar na morte de prefeito
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da Promotoria de Justiça de Colniza, notificou o município para que proceda a anulação do contrato administrativo relacionado à prestação de serviços clínicos envolvendo a médica Yana Fois Coelho Alvarenga. Ela foi presa por suposta participação na morte do prefeito de Colniza (1.065 km), Esvandir Antonio Mendes, ocorrida no dia 15 de dezembro de 2017.
De acordo com a notificação, antes de ser assassinado, o prefeito municipal informou ao Ministério Público, de maneira informal, que não assinaria eventual contrato envolvendo a médica Yana Fois Coelho Alvarenga. Segundo ele, a medida seria para convocar servidores concursados.
Além disso, já existe liminar, nos autos da ação civil pública, proposta pelo MP, que proíbe a contratação temporária em detrimento da regra constitucional da realização de concurso público. Segundo informações no edital do resultado final do concurso público 001/2017, da Prefeitura Municipal de Colniza, a médica foi desclassificada do certame, por não ter obtido a nota de corte para os cargos de médico clínico geral.
A médica é mulher do empresário Antônio Pereira Rodrigues, apontado como mandante do homicídio. Ela está presa desde o dia 26 de dezembro na Penitenciária Ana Maria do Couto May, em Cuiabá.
O prefeito foi assassinado quando voltava da zona rural do município. Ele foi perseguido pelos suspeitos que estavam em um SUV de cor preta.
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