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O perito Ricardo Molina analisou a gravação em que a voz atribuída ao deputado estadual Jajah Neves (PSDB) confessa a devolução da verba indenizatória de R$ 65 mil ao titular da cadeira na Assembleia, secretário estadual de Cidades Wilson Santos (PSDB). Segundo ele, trata-se de montagem fraudulenta e sem valor jurídico, mas não nega que seja o parlamentar falando.

Molina, que ficou conhecido nacionalmente por atuar nas investigações do assassinato de PC Farias na década de 1990 e analisar o áudio do presidente da República Michel Temer (PMDB) captado ilegalmente pelo sócio da JBS Joesley Batista, foi contrato pelo próprio Jajah. A fala do perito foi divulgada em vídeo que está circulando no aplicativo de mensagens Whats App, mas internautas cobram a divulgação da íntegra do laudo pericial.
“O vídeo é uma montagem fraudulenta, materialmente. Portanto, é um vídeo criminoso. Juridicamente, essa gravação não teria valor nenhum. Como se fala no termo jurídico, imprestável. Se um dia aparecer o autor dessa gravação, certamente será processado por dois crimes: cibernético e falsidade documental”, assegura Molina na gravação divulgada por Jajah.
Já o tucano usa a conclusão de Molina para se declarar vítima de montagem criminosa. Em nota divulgada em 16 de janeiro, já havia classificado a gravação como “pirata” e negado a devolução da verba indenizatória para Wilson.
“Tem gente que usa de maldade com interesse político. Parece que não tem Deus no coração. Essa não é a primeira vez e certamente não será a última que vão tentar destruir a minha imagem. A luta continua. Ninguém vai me intimidar”, disse o parlamentar.
Independente da negativa tanto de Jajah quanto de Wilson, o caso está sendo investigado pelo Ministério Público Estadual (MPE). A Comissão de Ética da Assembleia também promete instaurar procedimento no retorno do recesso em fevereiro.
Além da devolução da verba indenizatória, a gravação atribuída a Jajah traz outras falas comprometedoras. No vídeo que viralizou na internet, a voz fala que a Caravana do Jajah Neves tem finalidade política, que a TV onde trabalha é sustentada com dinheiro público e que seu irmão Ademar Jajah (PSDB) foi eleitor vereador em Várzea Grande para “arrumar a vida”.
Fonte: RD News
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