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Pedro Taques diz não ver problema em Carlos Fávaro conversar com Wellington Fagundes sobre o assunto


O senador Wellington Fagundes (PR), que articula um candidato de oposição ao governador Pedro Taques (PSDB), nas eleições de outubro, revela que o vice Carlos Fávaro (PSD) o procurou para dizer que gostaria de ser candidato ao governo. “Disse que se assumisse o governo, não abriria mão. A condição dele assumir cabe a ele responder”, afirma o republicano num evento do governo em Chapada dos Guimarães, neste sábado (20).
Segundo Wellington, Fávaro teria procurado todos os partidos (PR, MDB, PP e PTB), que hoje estão unidos para contrapor Taques. A revelação do parlamentar expõe ainda mais as divergências de partidos que compõem a base governista.
Gcom
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Pedro Taques diz não ver problema em Carlos Fávaro conversar com Wellington Fagundes para concorrer ao governo
Fávaro pode assumir a cadeira do chefe do Executivo, por exemplo, se o governador for afastado pela Assembleia, articulação que começa a ganhar força neste ano ainda mais com a instalação da CPI dos Fundos, que investiga suposto desvio de finalidade dos recursos do Fundeb.
Além disso, os parlamentares possuem mais duas ferramentas para fazer pressão em Taques, sendo elas a votação das contas do exercício de 2016, que ficará para o próximo mês, e os constantes atrasos no duodécimo dos Poderes. Nos bastidores, parlamentares descontentes cogitam utilizar um desses instrumentos para afastar o tucano.
Diante da reunião com Fávaro, Wellington o coloca na disputa ao Paiaguás, juntamente com outros nomes como Jayme Campos (DEM), ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes e o conselheiro afastado do TCE Antonio Joaquim, que enfrenta imbróglio judicial para se aposentar do Tribunal, se filiar a um partido e concorrer esta eleição. “Com o Mauro tivemos conversa há 90 dias, ele não manifestou mais nada. Estamos conversando com aqueles que desejam (concorrer). O próprio Jayme disse que é possível uma candidatura ao Senado ou ao governo”, acrescenta.
O republicano, por sua vez, evita falar que é candidato. Diz que apenas participadas discussões e que o futuro adversário de Taques se afunilará em abril, data limite para pretensões postulantes ao cargo estarem filiados a uma legenda. “Serei candidato se o grupo achar que meu nome é viável. Não posso ser candidato de mim mesmo”, sustenta.
No mesmo evento com o governador, Wellington não ficou intimidado e voltou a criticar a gestão tucana. Disse que é uma administração engessada e que é preciso formar uma coligação com os que não concordam com a maneira de Taques administrar. “Tenho compromisso de trabalhar projeto alternativo que não concordamos. O próprio Pedro faz oposição a ele mesmo, facilitando o trabalho da oposição”, dispara.
Lado de Taques
Taques, ao ser questionado sobre possível conversa de Wellington com Fávaro, disse que o vice não falou nada sobre isso, mas que não via problema. “Conversar não pega nem catapora, né gente”, amenizou o tucano lembrando que quando era senador jantava duas vezes por mês na residência do então deputado federal Wellington.
PSD
Aumentando a possibilidade do vice romper com Taques, o presidente nacional do PSD, ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação, Gilberto Kassab, conta com Fávaro para concorrer ao governo em outubro. A informação é da coluna Radar, da Revista Veja. Entretanto, o social-democrata amenizou a situação e disse que a sigla faz parte da base governista e acredita na unidade pela reeleição.
Fonte:RD News
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