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Trinta e seis árbitros, além de assistentes, estão sendo treinados para o torneio de seleções
Folha de São Paulo

Árbitro Gianluca Rocchi utiliza o sistema de vídeo (VAR) durante partida entre Inter de Milão e Lazio, no San Siro - Marco Bertorello/AFP
Árbitro Gianluca Rocchi utiliza o sistema de vídeo (VAR) durante partida entre Inter de Milão e Lazio, no San Siro - Marco Bertorello/AFP

O Conselho da Fifa aprovou nesta sexta-feira (16) o uso do VAR (sistema de árbitro de vídeo) na Copa do Mundo da Rússia. A decisão foi tomada duas semanas após a International Board, órgão que define as regras do futebol, ter chancelado seu uso no esporte.
 
A implementação da tecnologia foi assinada pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, em encontro do conselho realizado em Bogotá, na Colômbia. 
 
Os árbitros podem recorrer ao VAR para revisar "erros claros e óbvios" e "incidentes sérios que passaram despercebidos" envolvendo gols, pênaltis, cartões vermelhos e confusão na identidade dos jogadores.
 
Infantino declarou há duas semanas que o atual sistema do VAR não é perfeito, mas disse ter chegado à conclusão de que a tecnologia traz mais justiça para o futebol.
 
Em 18 meses de testes ao redor do mundo, as revisões da arbitragem se mostraram mais lentas do que o prometido. A comunicação das decisões com o estádio também não foi clara em diversas ocasiões.
 
O VAR foi usado na Copa das Confederações de 2017, no Mundial de Clubes e nos campeonatos alemão e italiano.
 
Trinta e seis árbitros, além dos assistentes, estão sendo treinados pela Fifa para assumir o VAR na Copa do Mundo. Muitos são de países que não utilizam o sistema em seus campeonatos nacionais.
 
A Fifa já trabalha para encontrar um patrocinador para as revisões de vídeo na Copa do Mundo. O torneio de seleções será disputado entre 14 de junho e 15 de julho.
 
ASSOCIATED PRESS
 
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