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12 municípios de MT decretam situação de emergência por excesso de chuvas
Pelo menos 12 municípios decretaram situação de emergência em Mato Grosso com prejuízos humanos e materiais por excesso de chuvas, desde novembro do ano passado. Todos eles estão classificados em nível 2 de desastres, que inclui obstrução de estradas, destruição de obras de arte (ponte, bueiros e outras construções de viabilidade sanitária e transporte), e danos em áreas de lavoura, pecuária e comércio. 
Estão em emergência Poconé, Mirassol D Oeste, Nova Brasilândia, Comodoro, Juruena, Novo Mundo, Nossa Senhora do Livramento, Porto Esperidião, General Carneiro, Cotriguaçu, Peixoto de Azevedo e Guarantã do Norte. Além destes, Nova Bandeirante e Cláudia estão com decreto em análise em Brasília e seis contabilizam os prejuízos para enviar informações à Defesa Civil. Todos os decretos são homologados no Distrito Federal. 
Segundo a Defesa Civil Estadual, Poconé (a 100 km de Cuiabá) foi o primeiro município a decretar emergência, em 20 de novembro do ano passado, quando a quantidade em excesso de chuvas fez transbordar o rio que corta o município e provocou pontos de alagamentos.
“Todas as cidades [em estado de emergência] estão em nível 2 de desastre, que envolve prejuízos humanos, públicos e privados. A característica comum que se pode pontuar a todos eles são os rios que passam pelos municípios, e o grande volume de chuva neste período fez o rio subir em quantidade que a calha não suporta”, diz o coordenador de Resposta e Reconstrução da Defesa Civil, sargento Wagner Rosa Soares. 
A Defesa Civil afirma que de novembro até hoje o volume de chuvas em Mato Grosso está 45% acima da média dos últimos 15 anos. A situação é ilustrada pelo registro nos últimos 90 dias, quando variou entre 500 e 1,2 mil milímetros (ml) em regiões com média histórica de 150 ml para o período. Em Alta Floresta choveu 1 mil ml e em Cotriguaçu 1,2 mil ml. 
Apenas na sexta (23), três decretos de emergência foram publicados no Diário Oficial do Estado, sendo Novo Mundo, Cotriguaçu e Guarantã do Norte. Segundo o sargento, o dinheiro liberado pela União é para cobrir os gastos com abertura de estrada, construção de desvios, para reconstrução de obras (pontes, bueiros) e ajuda humanitária, no caso de pessoas atingidas por enchente ou alagamento de áreas.
No ano passado, a União aprovou R$ 70 milhões para serviços em 32 municípios que decretaram emergência. Mas, a quantia ainda não foi liberada por falta de orçamento, segundo a Defesa Civil. No período atual, somente Poconé somou prejuízos de R$ 10 milhões. 
Em regra, o recurso para cobrir decretos é liberado com celeridade pela União por causa de situação de emergência. Algumas prefeituras aproveitam o ensejo para iniciar obras sem licitação. “Mas, não temos data para a liberação de dinheiro, e não conseguimos falar quando vem”, diz o coordenador.
Fonte:Reinaldo Fernandes/RD News
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