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O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, postou duas mensagens cifradas, na noite desta terça-feira, em uma rede social. Na primeira, uma espécie de juramento:
“Asseguro à Nação que o Exército Brasileiro julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à democracia, bem como se mantém atento às suas missões institucionais”.
Desse sintetizado texto, sem grandes esforços interpretativos, se extrai pulsante declaração de apoio as manifestações populares que criticam o STF e exigem a prisão de Lula. Outra não pode ter sido a intenção do general Villas Bôas.
Na segunda postagem, o comandante do Exército manda um aviso aos três poderes da República:
“Nessa situação que vive o Brasil, resta perguntar às instituições e ao povo quem realmente está pensando no bem do país e das gerações futuras e quem está preocupado apenas com interesses pessoais?”.
Por perguntar as instituições, entenda-se perguntar ao presidente da República, aos congressistas e, muito particularmente, aos ministros do STF “quem realmente está pensando no bem do país? Com certeza, o general já tem a resposta para a indagação por ele feita.
Estaríamos retornando de onde saímos em 1985? Não é preciso ser muito esperto para entender o recado do comandante do Exército. Estaria entre as “missões institucionais” do Exército recorrer as baionetas para combater o vandalismo jurídico patrocinado pelos ativistas políticos do STF?
Fonte:A Bronca Popular
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