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Com novo aumento, preço do botijão de gás de 13 kg pode chegar a R$ 122 em MT
Menos de uma semana após ter anunciado aumento de 7,1% no GLP industrial, a Petrobras fez um novo ajuste de 3,6% sobre o produto, que passa a valer a partir desta quarta (16). O aumento que será aplicado nas refinarias, terá efeito sobre os frascos de 20kg, 45kg, 90kg e 190kg. Mas a estimativa dos empresários da distribuição de gás em Mato Grosso é que os valores atinjam também o botijão de 13kg (P13), que é comumente consumido entre as famílias e e poderá chegar a R$ 122 em Mato Grosso.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás GLP do Centro-Oeste em Mato Grosso (Sinergás-MT), Alan Rener Tavares, os reajustes sobre o GLP já estão descomedidos. “Cerca de 80% dos consumidores do GLP são famílias com baixa renda. Com o botijão valorado acima de R$ 100, estamos falando em mais 10% sobre o salário mínimo, e isso gera uma quebra no consumo. As pessoas vão começar a economizar mais e tentar substituir as fontes de energia, como pela a elétrica”, exemplifica.
Em março deste ano, quando a Petrobras havia anunciado ajuste sobre GLP, entre 4,6% e 4,9% para as distribuidoras, o preço máximo passou da média de R$ 104, em algumas regiões, para R$ 110/13kg. 
 Alan pondera ainda que os distribuidores não conseguiram nem repassar o custo do último reajuste, que passou a valer na quarta passada (9), de 7,1%, e que agora já vão ter que repassar de uma só vez 11%, que na prática vão se transformar entre R$ 105 e R$ 122 sobre o P13, o botijão de 13kg nos próximos dias.
Quanto ao P20, que está sendo vendido ao preço de R$ 140/20kg, em Mato Grosso, o reajuste de 11% vai subir o valor para R$ 155,4. Em relação ao P45, vendido ao preço médio de R$ 320/45kg, deverá chegar a R$ 355. Esses são os frascos mais consumidos de GLP industrial.
O aumento também implicará no aumento nas vendas a granel, cujo volume varia entre 9 mil e 15 mil/kg de GLP, que variam entre R$ 67,5mil e R$ 112,5 mil. Com o reajuste, esses valores ficarão entre R$ 74,9 mil e R$ 124,8 mil.
Na avaliação de Alan Rener, a atual política de preços da Petrobras tenta reverter os aumentos absorvidos pela Petrobras durante o governo Lula e Dilma, no qual o preço do GLP não sofria reajustes significativos, porque o governo subsidiava o aumento impedindo que o custo chegasse ao consumidor final, que por mais de uma década pagou a média de R$ 55 pelo gás de cozinha.
“O P13, por exemplo, custava em média R$ 55. Se comparado ao valor que chegará com o novo reajuste anunciado hoje, significa um aumento de 118% em menos de três anos”, pondera Rener.
Fonte: RD News
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