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Tanto Cruzeiro quanto Racing já entraram em campo, na noite desta terça-feira, às 21h30 (de Brasília), já classificados para a próxima fase da Copa Libertadores. O duelo então ocorreu para definir quem seria o líder e quem teria menos vantagens na próxima etapa do torneio continental. A vitória do clube mineiro, por 2 a 1 – placar apertado – deu ao time azul a possibilidade de avançar na primeira colocação, com 11 pontos conquistados, a mesma quantidade da agremiação argentina – separados pelos critérios de desempate.
Durante a semana, o técnico Mano Menezes argumentou que era importante vencer para passar para a próxima fase com as vantagens. Nos olhos do treinador cruzeirense, no entanto, outro pensamento era destaque: fugir dos brasileiros na segunda fase.
A vitória da Raposa passou, sobretudo, pela intensidade nos primeiros 15 minutos do primeiro tempo. O Cruzeiro não deu espaços, não deu tempo, não deu possibilidades. Um gol aos 2 minutos de jogo, com Thiago Neves, e outro aos 8 garantiram a vantagem no placar. Aos 27, Centurion descontou.
O técnico Mano Menezes levou para o vestiário algumas dúvidas sobre a escalação. Elas foram esclarecidas com a relação passada a imprensa. O meia Thiago Neves foi para o duelo, fora há mais de duas semanas. Na direita, Lucas Romero ficou no lugar de Edilson que ainda está recuperando. Em contrapartida, Mano perdeu Rafinha, com desconforto muscular.
O Cruzeiro não deu tempo para o Racing respirar. Logo no segundo minuto de jogo, Thiago Neves conseguiu mandar para o fundo das redes. A jogada iniciou com Robinho que lançou para Sassá. Na linha de fundo, o atacante colocou na área para o camisa 30 marcar o tento.
A intensidade cruzeirense seguiu. Dois minutos depois, Thiago Neves enfiou para Sassá e o atacante, na cara do gol, tentou o toque por cima, mas errou. Após o lance, o centroavante ficou sentindo dores.
Na medida que o Cruzeiro teve intensidade em campo, a torcida, nas arquibancadas, gritava com a maior força do mundo, fazendo o barulho chegar longe do Mineirão, aos bairros vizinhos à Pampulha.
Aos 10 minutos, o Cruzeiro conseguiu mais um. Lucas Silva, no meio campo, roubou a bola e driblou adversários. Ele chutou forte, a redonda chorou no canto e morreu nas redes do Mineirão.
O Cruzeiro seguiu intenso, mesmo com 2 a 0 de frente. A forte presença no ataque dificultava a saída de bola do Racing.
Após os 20 minutos, o Racing começou a trocar passes, gostar mais do jogo, tentar algo além na partida. O time argentino usava sua experiência para trocar passes e dar mais tranquilidade – a seu favor – na partida.
Aos 27, o Racing marcou seu primeiro gol. Solari fez jogada na direita e cruzou. A zaga rebateu e a redonda sobrou para Centurión, sozinho. Ele bateu de primeira, sem chances para Fábio.
Após o tento, o Racing foi pra cima. O Cruzeiro caiu de rendimento em campo e, embora ainda criasse alguma chance aqui e ali, o clube visitante era mais potente.
Aos 38, em um erro na defesa cruzeirense, o Racing conseguiu infiltrar. Solari saiu na cara de Fábio, sozinho e finalizou. Ele tentou a jogada de classe e a redonda parou na trave.
Até o fim do primeiro tempo, algumas jogadas foram criadas, mas nada que alterasse o placar.
O duelo voltou bastante igual para a etapa complementar. A diferença para a etapa inicial era que a Raposa não tinha tanta intensidade como no começo do jogo.
O técnico Mano Menezes observou que a equipe azul não tinha tanta força como em outros momentos e tratou de fazer as substituições necessárias. Na vaga de Thiago Neves, Rafael Sóbis foi para o jogo. No lugar de Robinho, Bruno Silva.
O Cruzeiro, porém, seguiu, ainda assim, um time mais lento na saída de bola. O Racing conseguia controlar o meio de campo em vários momentos e dificultava para a Raposa.
Aos 41 o Racing teve uma grande oportunidade. No momento da finalização, porém, Rafael Sóbis apareceu para tirar. No contra-ataque, Bruno Silva recebeu na frente e quase ampliou

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Douglas Magno/AFP/arquivo)
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