Bem-vindo(a). Hoje é Juruena - MT

O presidente do MDB em Mato Grosso, deputado federal Carlos Bezerra, disse que o partido não abre mão de uma vaga majoritária, seja na vice-governança ou uma vaga no Senado,  na construção do projeto político em torno do nome do pré-candidato ao Governo, senador Wellington Fagundes (PR). 
De acordo com Bezerra, é necessário mais espaço ao MDB em detrimento de outros partidos, em razão da "grande representatividade" que a sigla tem no Estado. Além do MDB e do próprio PR, apoiam a pré-candidatura de Wellington Fagundes, o PTB, PP, PCdoB e PSD, que ainda está em processo de conversas.
“Foi o partido com maior número de votos da última eleição em Mato Grosso. Elegemos nas principais cidades, como Barra do Garças, Primavera do Leste, Cuiabá, Tangará, Alta Floresta e Sinop. São cidades importantes do Estado. Então é justo e natural que o MDB tenha um lugar na majoritária”, explicou.
Segundo Bezerra, o partido tem vários nomes para indicar como vice-governador, ou mesmo senador, porém ainda há uma indefinição, dentro do próprio grupo, de que as indicações sejam ou não da Baixada Cuiabana.
Nos bastidores foi aventada a possibilidade da indicação de Márcia Pinheiro, mulher do prefeito Emanuel Pinheiro. Porém, ele já negou que tenha interesse na indicação da esposa. “Preciso conversar com Emanuel Pinheiro, Faiad, o pessoal de Cuiabá, para ver as definições de nome. O partido tem nomes aqui na baixada”, disse Bezerra.
O deputado explicou ainda que o interesse é em apenas uma das vagas, mas que a definição sobre a indicação ocorrerá somente em julho, próximo das convenções. Ele também não descartou colocar seu nome à disposição para disputar o Senado. “São muitos partidos. Não queremos pleitear duas vagas na majoritária. Ou é uma ou a outra. Isso vai depender do andamento das conversações. Inclusive, poderei ser candidato ao Senado, vai depender das conversações”, disse.
Além disso, Bezerra afirmou que, em 40 anos de vida pública, nunca “atropelou ninguém” e por isso vai esperar o “andamento natural” da construção das coligações, uma vez que os partidos ainda conversam para formar a coligação.
“Nunca atropelei ninguém, nem o partido, nem a coligação. Tudo tem o seu tempo de decidir - e de acordo com o pensamento da maioria. Não sou um desesperado por cargo. Já tive 9 mandatos. Nenhum político na historia desse Estado conseguiu tanto mandato quanto eu, mas eu consegui esses cargos de forma madura, não precipitada”, encerrou.
Fonte:Karine Miranda, repórter do GD
Marcadores: ,

Postar um comentário

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.