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O governador e candidato à reeleição Pedro Taques (PSDB), o ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM), o senador Wellington Fagundes (PR), o ex-superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Arthur Nogueira (Rede) e o funcionário público Moisés Franz (PSOL), cinco candidatos ao governo do Estado, nas eleições deste ano, participaram do primeiro debate promovido pela TV Vila Real, do Grupo Gazeta, que terminou no início da tarde.
Entre os principais assuntos tratados estão a corrupção no executivo, problemas na Saúde Pública e as mais de 400 obras inacabadas apontadas por um relatório do Tribunal de Contas.
Em um dos momentos, Mendes foi questionado pelo candidato do PSOL se acredita que pessoas que corrompam juízes merecem prisão perpétua, numa referência às investigações das quais Mendes é alvo em razão de supostos pagamentos de propina a juízes do Trabalho em Mato Grosso.
“Eu fui prefeito de Cuiabá por quatro anos. Saí sem nenhum caso sobre mim ou sobre meus secretários. Nenhum processo, nenhuma denúncia. Nada! Saí da prefeitura sem nenhum secretário preso”, disse referindo-se aos assessores de Pedro Taques que foram presos no decorrer de sua administração. Trabalhamos muito. Por exemplo, saímos com mais de 80% de aprovação”, afirmou o ex-prefeito.
Em outro momento do debate, Wellington disse que Taques prometera apontar, durante a campanha, aqueles políticos que o haviam traído. “Quem são as pessoas que estavam com você e o traíram?”, perguntou. E questionou se o Estado frustou as expectativas da população por conta do abandono desses aliados.
Taques respondeu que seu governo frustrou somente parte da classe política de Mato Grosso.  “Concordo que o frustrou, sim, notadamente políticos que queriam continuar mamando. Esses se frustaram porque perderam seu leitinho”, disse.
O candidato Moisés Franz afirmou que o senador Wellingtou falhou na fiscalização da aplicação dos recursos federais na gestão do ex-governador Silval Barbosa. O republicano rebateu e disse que legislou para “empoderar” os órgãos de controle.
“Eu não tolero e não tolerarei a corrupção. Fazer o controle e fiscalização da aplicação dos recursos é função dos órgãos de controle. Por isso empoderamos o Ministério Público. Trabalhamos para fazer legislação mais forte. Pode ter certeza que, como governador, não tolerarei corrupção e serei parceiro dos órgãos de controle”, disse.
“Nós precisamos fortalecer mesmo a fiscalização e o combate à corrupção. A função do parlamentar é fiscalizar a aplicação de recursos, sim, e houve uma falha grande na época das obras da Copa”, disse Moisés.
As mais de 400 obras inacabadas apontadas em um relatório do Tribunal de Contas (TCE) foram lembradas em diversos momentos do debate. Taques rebateu dizendo que grande parte desses projetos são da gestão passada. E citou que Silval Barbosa teve apoio de Fagundes.
“Essas 400 obras que TCE relatou, a maioria delas começou na administração passada, que teve Wellington Fagundes como um dos principais apoiadores. A obra do Rodoanel, por exemplo, em Rondonópolis, está parada e Wellington é responsável. A obra do Anel Viário em Barra do Garças também”, disse.
“O Anel Viário de Barra do Garças, uma das obras mais importantes que o Ministério está fazendo. O contorno ligando dois Estados, assim como também temos aqui um trabalho nosso para concluir o contorno viário de Cuiabá. O recurso está na conta do Estado há quatro anos e infelizmente o governo não conseguiu dar prosseguimento a essa obra. Mas já concluímos a obra abandonada do Sucuri até Chapada dos Guimarães em parceria com o prefeito Emanuel Pinheiro”, disse.
Com informações do MidiaNews
Fonte: Só Notícias (Alair Ribeiro/MidiaNews)
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