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Resultado de imagem para Mídias sociaisCom apenas 35 dias de campanha em cadeia de rádio e televisão, as mídias sociais devem ser as grandes aliadas dos candidatos que buscam os cargos de governador, senador, deputado federal e estadual. Com uma população que assiste menos TV e com o crescimento da audiência em conteúdos on-line, a internet e redes sociais terão maior relevância entre as estratégias de campanha dos candidatos.
A campanha este ano terá praticamente a metade dos três meses que costumava ter até 2014. Nas ruas, os populares que acompanharam pelo menos uma das cinco entrevistas afirmaram que conheceram candidatos que, até então, não sabiam existir. Por outro lado, muitos telespectadores manifestaram desinteresse pelo período eleitoral. “Estou meio por fora dos candidatos, vai ser a primeira eleição em que voto, mas estou bem desacreditada com a política como um todo”, explicou Laís Assunsão, de 20 anos.
Nas redes sociais o alcance foi maior. As transmissões foram acompanhadas por mais de 2,5 mil internautas que interagiram acompanhando o desempenho dos candidatos. Entre elogios e críticas, também houve manifestações de pessoas que apontaram desinteresse pelas propostas apresentadas.
O analista político João Edisom explica que o papel principal das redes sociais está na desconstrução. “Como há muito fake news nas redes sociais, as pessoas ainda não dão a credibilidade necessária para as coisas boas e valorizam o ‘barraco’. O grande papel da rede social, nesse momento, vai ser desconstruir esse rótulo. As pessoas dizem que não assistem TV, mas ainda se apegam e acreditam muito no que veem. Acreditam nas histórias que são contadas, ao contrário da rede social, onde a pessoa escreve o que quer e da forma que ela quer”, explicou.
Um exemplo apontado por ele são os candidatos que saem da TV e acabam eleitos. “As pessoas não olham as redes sociais como processo de construção e sim destruição, o que não significa voto a mais e sim a menos”. De acordo com a Justiça Eleitoral, os partidos e candidatos poderão contratar o impulsionamento de conteúdos (uso de ferramentas para ter maior alcance nas redes sociais). Está proibido o impulsionamento feito por pessoa física.
As propagandas eleitorais começaram no dia 16 de agosto, enquanto as veiculadas durante o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão devem começar somente no dia 31 do mesmo mês. No segundo turno, ela começa na sexta-feira seguinte após o primeiro turno e terá o formato de dois blocos diários de dez minutos para cada eleição (presidente e governador). Não são permitidos efeitos especiais com montagens, animações e computação gráfica.
Edisom explica que o tempo de inserções na TV e rádio é curto e desfavorável para alguns candidatos. “Vamos assistir muito durante essa propaganda na TV a propaganda veiculada nas redes sociais, porque é ali que o candidato terá a oportunidade de expor, de forma mais ampla, suas ideias. Então as redes sociais vão dar continuidade aquilo que não vai ser dito na TV por falta de tempo”.
fonte: A Gazeta
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