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O governador eleito Mauro Mendes (DEM) disse, ontem à tarde, que começou a pensar na composição do secretariado do primeiro escalão. Da sua cota pessoal escolherá os secretários de Fazenda e da Casa Civil (responsável pela articulação política do Governo) mas não antecipou nomes. Ele deixou claro que a composição será com aliados dos partidos que fizeram parte de sua coligação como DEM, PDT, PSD e outros.
“Quem ajuda a ganhar, ajuda a governar. Não vou dar secretaria para partido de porteira fechada (ficando com secretaria, diretorias e chefias de determinada pasta). Aceito indicações desde que preencham requisitos de competência, eficiência, de capacidade para exercer aquele cargo. E também, depois de nomeado, aquela pessoa dê resultado. Senão, game over, ninguém fica”, disse Mauro, referindo-se a exonerar quem não tiver desempenho satisfatório. “Não vai ter toma lá da cá”, prometeu, em entrevista ao Mídia News. “Nossos secretários vão ter que gostar de trabalhar muito porque tem muitos desafios e trabalho pela frente. Eu vou trabalhar muito. Fui eleito prometendo isso, colocando Deus na frente e trabalhar muito”, emendou.
Nos próximos dias, começa a transição de governo. Pedro Taques, que não foi reeleito, nomeou o secretário-chefe da Casa Civil, Ciro Rodolpho Gonçalves, para coordenar a transição com o novo governo. Será formada uma comissão com aliados de Mauro, indicados por ele, e integrantes do governo que vão repassar as informações econômicas, de planejamento, orçamento e outras.
Só Notícias (foto: assessoria/arquivo)
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