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O encontro entre investidores, produtores, lideranças políticas da região e engenheiros e técnicos do governo federal é para apresentação dos projetos de traçado e dos investimentos que serão necessários para construção da Ferrogrão – ferrovia que ligará Sinop a Miritituba (PA) que escoará parte da safra agrícola, madeira, combustível e trazer para o Nortão insumos e demais produtos – está previsto para dia 26 de novembro, no centro de eventos Dante de Oliveira, às 14h.
O empreendimento está orçado em R$ 12,6 bilhões para fazer 1,1 mil quilômetros de trilhos e terminais de cargas de embarque e desembarque em Sinop e Matupá. A maior parte, cerca de R$ 9 bilhões, estaria concentrada nos cinco primeiros anos do investimento. Há previsão de que o BNDES financie parte da obra. A estimativa é de capacidade para transportar 42 milhões de toneladas quando operando à plena capacidade.
O evento está sendo organizado pela prefeitura de Sinop, Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) e Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat). Também terá apoios do governo do Estado, Ministério dos Transportes.
No mês passado, diretores Aprosoja expuseram ao ministro da Agricultura, Blairo Maggi, a decisão do setor em investir na construção da Ferrogrão para os agricultores serem sócios do empreendimento. A intenção é que produtores banquem 50% do montante do investimento e a outra parte ficará para as tradings e fundos internacionais. A estimativa do investimento total é de R$ 12 bilhões. O setor produtivo de Mato Grosso calcula que conseguiria arrecadar, por ano, de R$ 600 milhões a R$ 1 bilhão para investir na Ferrogrão.
Existe também discussões da Aprosoja e do Movimento Pró-Logística junto ao Governo Federal buscando a ampliação de trecho. A proposta é passar o ponto de início da ferrovia para Lucas do Rio Verde, ‘atravessando’ Sorriso, o maior produtor nacional de grãos. Caso se confirme, Lucas do Rio Verde poderá futuramente se transformar em um grande entroncamento ferroviário, com a chegada da Ferrogrão, Ferronorte e Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (FICO). Isso significaria poder acessar os portos de Santos (SP), Itaqui (MA) e Miritituba (PA), por ferrovias.
No ano passado, um consórcio se mostrou interessado na construção e operação da ferrovia e teve avanços na negociação com um fundo americano interessado em ficar com até 12% dos investimentos. Por ser um ativo novo, a Ferrogrão é considerada um projeto difícil e que precisa de esforço conjunto.
Só Notícias/Cleber Romero (foto: Ifográfico Só Notícias - fotos: assessoria/arquivo)
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