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PF cumpriu mandado no Palácio Laranjeiras, residência oficial do Executivo do estado, na manhã desta quinta
O governador do Estado do Rio de Janeiro, Fernando Pezão, no Palácio Guanabara, Rio de Janeiro - Zo Guimarães/Folhapress
O governador do Estado do Rio de Janeiro, Fernando Pezão, no Palácio Guanabara, Rio de Janeiro - Zo Guimarães/Folhapress
O governador do Rio de Janeiro Luiz Fernando Pezão (MDB) foi preso preventivamente pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira, dentro do Palácio Laranjeiras, residência oficial do chefe do executivo, em um desdobramento da operação Lava Jato. A ordem de prisão foi expedida pelo ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça.
O político do MDB foi alvo de delação premiada de Carlos Miranda, suspeito de ser operador financeiro de esquemas de seu antecessor, Sergio Cabral. O delator afirma que Pezão recebeu mesadas entre 2007 a 2014, que somariam mais de 25 milhões no período, enquanto durou o mandato do ex-governador, preso desde novembro de 2016. Os repasses, segundo a delação, continuaram quando Cabral passou a faixa a Pezão.
Agentes também cumprem mandado de busca e apreensão no Palácio Guanabara, sede do Executivo no estado, e na casa de Pezão em Piraí, no sul do estado do Rio de Janeiro, onde o governador iniciou sua vida política como prefeito.
A Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, participará de uma coletiva com mais informações sobre a operação, prevista para 9h.
Além de Pezão, oito pessoas são alvos de mandados de prisão expedido pelo ministro do STJ Felix Fischer. Há mandados contra o ex-secretário de Obras do estado do Rio, Hudson Braga, e dois homens apontados como operadores de um complexo esquema de segurança. As operações começaram por volta das 6h da manhã envolvendo pelo menos três viaturas e helicópteros que sobrevoam a região.
Pezão é o terceiro governador do Rio de Janeiro preso e o primeiro em cumprimento do mandato. Os ex-governadores Anthony Garotinho e Sergio Cabral foram presos. Também foram detidos, anteriormente, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani (MDB) e vários parlamentares da Casa.


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