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Rodinei Crescêncio
Mauro Mendes e Pedro Taques
Pedro Taques e Mauro Mendes conversam sobre renovação do Fethab e caixa de MT 
O governador eleito Mauro Mendes (DEM) voltou a solicitar que o governador Pedro Taques (PSDB) envie à Assembleia a proposta de renovação do Fethab 2 que acaba em 31 de dezembro. O tucano, que já havia descartado adotar essa medida, ficou de analisar o pedido do sucessor e prometeu responder até a próxima quinta (13).  A reunião foi realizada no Palácio Paiaguás, na tarde desta terça (11), para tratar de assuntos referentes à transição.
Na reunião, Mauro anunciou que sua proposta unifica o Fethab 1 (cobrado sobre commodities)   e  Fethab 2 (cobrado sobre o óleo diesel. Além disso, pretende estender a cobrança para outras cadeias produtivas, como do algodão, o que pode gerar incremente no arrecadação de até R$ 300 milhões.  
 Sobre a decisão de Taques que será tomada até quinta, Mauro afirmou que respeita as prerrogativas do cargo. Ainda assim, espera que o tucano atenda seu apelo. 

Na campanha,  disse iria encaminhar a renovação do Fethab 2 porque Mato Grosso não pode abrir mão de quase 500 milhões

Governador eleito Mauro Mendes
“O governador Pedro Taques, legalmente está no cargo até 31 com todas as prerrogativas. Somente a ele cabe enviar legislação de natureza tributária à Assembleia, mas mostrei a ele o projeto e  tenho mantido diálogo com setor produtivo. Na campanha,  disse iria encaminhar a renovação do Fethab 2 porque Mato Grosso não pode abrir mão de quase 500 milhões”, declarou o democrata.
  Mauro ainda lembrou que a não renovação do Fethab 2 aumentaria o déficit estimado para 2019 para R$ 2 bilhões. Por isso, defende que a medida é fundamental para buscar o equilíbrio financeiro do Estado.
“O orçamento de 2019, que prevê Fethab 2,  tem déficit de R$ 1,5 bilhão. Se abrir mão desse recurso, aumentaria para R$  2 bilhões. Temos que tomar medidas muito duras para conter as despesas e elevar a arrecadação. Não vamos conseguir equilíbrio só cortando despesas e   a sociedade vaia admitir enormes tributações somente para  contribuinte pagar a conta. Por isso, o setor produtivo precisa contribuir”, concluiu
Fonte:Vinícius Lemos e Jacques Gosch/RD News
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