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Ainda em agosto a Fórmula 1 havia divulgado o calendário provisório de 2019, que conta com a corrida de número 1.000 de toda a competição

Mais um campeonato de Fórmula 1 chegou ao final. Em sua 69ª edição, o vencedor de 2018 foi Lewis Hamilton, agora pentacampeão da categoria. O atleta da Mercedes veio construindo sua vitória ao longo do ano todo, e ainda em outubro já sabia que seria o campeão. Um feito impressionante, que só se iguala à carreira do argentino Juan Manuel Fangio.

Mas, em meio à todas as comemorações e conclusões da final do mundial, dúvidas começaram a surgir na Fórmula 1. Além de regras novas e um calendário diferente, surgiu a possibilidade de mudar a competição de São Paulo para o Rio de Janeiro. Será?

São Paulo x Rio de Janeiro
A discussão começou a vir à tona porque o contrato atual do GP do Brasil está com o tempo contado. A negociação entre a diretoria da Fórmula 1 e o Governo de São Paulo vai somente até 2020, depois disso, novas discussões devem ser realizadas, o que abre espaço para uma “candidatura” do Rio de Janeiro.

Para quem não se lembra, o Rio de Janeiro já foi palco de corridas de Fórmula 1. Entre 1978 e 1989 (com uma parada em 1979 e 1980), as corridas do GP do Brasil aconteciam em Jacarepaguá, no agora extinto Autódromo Nelson Piquet. Além de ter sido palco de vários testes pré-campeonato, os cariocas da época viram o pódio de Emerson Fittipaldi com a Copersucar, a vitória de Nelson Piquet e Ayrton Senna em 1986 e outros momentos memoráveis. O que não faltam são boas histórias para relembrar.

Entretanto, esse autódromo já não existe mais. Existe, sim, o projeto de construção de uma nova pista no Rio de Janeiro, na cidade de Deodoro. Por outro lado, o Autódromo de Interlagos já possui uma boa estrutura e grande histórico em corridas. Mas, segue no mistério se será privatizado ou não. Ou seja, por enquanto, não temos como prever o que poderá acontecer com o GP do Brasil. Tudo está aberto à possibilidades.

O maior entrave nas duas candidaturas é a pressão de chefes de equipes à diretoria da Fórmula 1 para retirar do calendário os países que menos pagam para participar. Muita gente não sabe, mas todo local em que a prova acontece, fornece um pagamento para a Fórmula 1. O Brasil faz parte de um acordo muito antigo em que tem o seu GP subsidiado, ou seja, não paga a taxa total que outros países pagam. O Brasil é o segundo país que menos paga, com 10 milhões de dólares, atrás apenas de Mônaco, que não paga nada por seu valor histórico. Países como Azerbaijão chegam a pagar 60 milhões de dólares.

Enquanto não há uma definição, o contrato da Fórmula 1 e de Interlagos continua em vigor até 2020. Assim, com um novo campeonato começando, os fãs podem voltar a acompanhar as corridas e torcer. Muitos deles chegam a fazer apostas esportivas em sites, utilizando o conhecimento que possuem em corridas e contando com a sorte.

Fórmula 1 em 2019
Ainda em agosto a Fórmula 1 havia divulgado o calendário provisório de 2019, que conta com a corrida de número 1.000 de toda a competição. Assim como nos dois últimos anos, o calendário conta com 21 etapas, que passará por todos os continentes. A tão esperada prova de número mil acontecerá no Autódromo de Xangai, na China.

No Brasil, o Grande Prêmio fica no final da competição, lá em novembro. Além disso, uma novidade é que não haverá mais corridas em três finais de semana consecutivos. Isso porque, as equipes reclamavam do grande desgaste físico e logístico para realizar esse tipo de sequência de provas.

Enquanto nada se define para 2020, seguimos acompanhando as corridas de Fórmula 1 da próxima temporada, torcendo pelas escuderias. Novos atletas e regras deixarão a competição ainda melhor para o próximo ano. É esperar e torcer!


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