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Foto: Reprodução
O Ministério Público Federal em Mato Grosso (MPF-MT) recomendou à Fundação Nacional do Índio (Funai) que providencie a segurança da base do órgão em Colniza, a 1.065 km de Cuiabá. A Funai do município é responsável pela Frente de Proteção dos índios ida Terra Indígena Kawahiva do Rio Pardo. Os povos indígenas, da etnia Kawahiva, vivem isolados nessa região.
A recomendação também requisita que a superintendência da Polícia Federal em Mato Grosso instaure investigação para apurar a invasão da Terra Indígena Kawahiva, bem como as ameaças de invasão e ataque às instalações da base da Funai.
Em outubro do ano passado, indígenas, possivelmente em conjunto com madeireiros, invadiram a base da Funai em Colniza, gerando confronto armado, o que resultou na morte de um indígena e ferimentos em outros.
Terra Indígena Kawahiva do Rio Pardo está localizada em Colniza (MT); foto tirada em 2015 — Foto: Jair Candor/Funai
Terra Indígena Kawahiva do Rio Pardo está localizada em Colniza (MT); foto tirada em 2015 — Foto: Jair Candor/Funai

À época, um efetivo da Força Nacional ficou no local por aproximadamente 30 dias entre outubro e novembro.
Foi encaminhado então ofício à presidência da Funai solicitando que fosse providenciado reforço de segurança na base, o que não foi realizado até o momento, resultando no novo pedido do MPF.
O motivo do conflito seria a reivindicação de uma área na região. A sede da Funai está localizada próximo a terra indígena Kawahiva.

Isolados


Referências sobre os Kawahiva no noroeste de Mato Grosso existem desde 1750. Desde então, diz-se que tiveram contato com eles desbravadores como Marechal Cândido Rondon e o antropólogo francês Claude Lévi-Strauss.
A área foi delimitada em portaria da Funai publicada pelo Diário Oficial da União (DOU) somente em 2007, medida que automaticamente restringiu o direito de locomoção de não-índios pelo local.

Fonte: G1/MT

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