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A equipe técnica do projeto produção sustentável de bezerros começou, ontem, nova etapa de diagnóstico nas fazendas que estão pré-cadastradas no programa com objetivo é oferecer aos produtores de carne de Mato Grosso ferramentas que permitam melhorar os resultados do segmento da cria nos aspectos, econômicos, ambientais e sociais e vai atender 300 propriedades que estão localizadas nos municípios de Gaúcha do Norte e Paranatinga, além de Ribeirão Cascalheira.
Ontem, a primeira cidade pólo a receber a equipe foi Paranatinga e hoje foi em Ribeirão Cascalheira. Em todas as cidades, os encontros serão realizados nas sedes dos sindicatos rurais local.
De acordo com consultor da Acrimat, Amado de Oliveira, a APPS- Associação dos Profissionais da Pecuária Sustentável-  vai coordenar o trabalho técnico, que também conta com a parceria da Empaer. Na sequência será dada a assistência e consultoria aos pecuaristas selecionados, para então dar início à produção dos bezerros nas propriedades. “O programa foi efetivamente lançado em setembro de 2018, quando tivemos um número expressivo de pré-cadastros nas três cidades. Feitos todos os encaminhamentos, agora partimos para a prática”, ressalta o consultor, através da assessoria.
Por meio do Projeto Produção Sustentável de Bezerros será oferecida capacitação com base em ações como diagnóstico da propriedade, análise das ferramentas tecnológicas a serem aplicadas, assessoria para regularização fundiária e ambiental, orientação para acesso às linhas de crédito, assistência técnica nas áreas de veterinária, zootecnia e gestão da propriedade, assistência técnica para recuperação de Áreas de Preservação Permanente, treinamento de ferramentas de gestão financeira, promoção da carne da região para o mercado interno e externo, entre outros. “Começaremos com a aplicação dos questionários no campo, é o diagnóstico para termos o perfil técnico de produção e ambiental. A visão da APPS sobre a atividade, de forma sustentável, é que ela precisa ser produtiva, respeitar o meio ambiente e a legislação e ser aceita socialmente aceito”, afirma Paulo Araripe, presidente da associação.


Só Notícias (foto: arquivo/assessoria)
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