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Alta Floresta: Major que invadiu TV é acusado de "tirar satisfação" com promotor de JustiçaO Ministério Público Estadual, por meio da 13ª Promotoria Criminal de Cuiabá, encaminhou ofício à Corregedoria Geral da PMMT, para que mesma instaure Inquérito Policial Militar para apurar a conduta do major PM Wanderson da Costa Castro. Esta semana o militar ligou na referida promotoria para “tirar satisfações” do promotor. Ele queria saber porque o soldado PM Tiago Rodrigues Sócio tinha sido denunciado criminalmente por crime de corrupção passiva.

O major tratou de maneira agressiva a assistente ministerial que o atendeu, questionando a decisão do promotor de Justiça de denunciar o soldado. “Vale ressaltar que censurável comportamento, infelizmente, não se trata de um ato isolado na vida funcional deste Oficial Superior, posto que, de forma abusiva e autoritária, já invadiu um órgão de imprensa (emissora da TV Record) localizada na cidade de Alta Floresta, conduta irascível, o qual, inclusive acarretou-lhe o oferecimento de denúncia por crime previsto no artigo 226 do Código Penal Militar (violação de domicílio/estabelecimento aberto ao público, onde se exerce profissão)”, destacou no ofício o Promotor de Justiça Allan Sidney do Ó Souza.

Denúncia - Em janeiro deste ano o MPMT denunciou o major PM Wanderson da Costa Castro por ter invadido, no dia 30 de abril de 2018, a TV Nativa, no município de Alta Floresta. O major foi até a TV para questionar a respeito de um “imbróglio” acontecido durante uma diligência ocorrida no dia anterior, envolvendo um policial militar e o jornalista da emissora Welerson de Oliveira Dias. No dia seguinte o jornalista trouxe o assunto a público durante o programa de TV, apresentando versão própria dos fatos, onde acusava policiais militares de proferirem ameaças e exercerem condutas cerceadoras ao direito de imprensa.

“Tal conduta teria irritado o denunciado que, sob o argumento de exercer seu direito de resposta deslocou-se então no mesmo dia  (30/04/2018), por volta das 12 horas, até a sede da emissora de televisão, com o intuito de falar com o jornalista, sob argumento de exercer seu direito de resposta. A secretária da emissora tentou impedi-lo de entrar no estúdio, onde estava sendo apresentado o programa ao vivo.
O denunciado, sem autorização e contra vontade expressa ou tácita dos profissionais que trabalhavam no local, ingressou ao estúdio onde o jornalista trabalhava naquele instante, constrangendo não só a este, como as outras pessoas ali presentes”, destacou no ofício o Promotor de Justiça Allan 

Fonte:
JANÃ PINHEIRO/ MPMT
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