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A piracema chega ao fim nos rios de Mato Grosso nesta sexta-feira (1º de fevereiro), quando a pesca profissional e amadora volta a ser permitida. Entretanto, a fiscalização realizada pelo Juizado Volante Ambiental (Juvam) e demais órgãos de defesa do meio ambiente continua, principalmente em patrulhas fluviais e terrestres que buscam evitar a retirada de peixes fora das medidas legais e acima da cota permitida por pescador.
Em virtude da proibição, que teve início no dia 1º de outubro de 2018, muitos pescadores infringem a lei na hora de retomar a atividade. Redes, tarrafas, armadilhas, espinhéis, arpões e até mesmo bombas são alguns dos apetrechos ilegais utilizados de forma criminosa por muitas pessoas, no ímpeto de compensar o período proibitivo, destinado à reprodução dos peixes.
“Nós vamos continuar intensificando nosso trabalho na fiscalização, de acordo com o que diz a legislação estadual. É muito importante que as pessoas respeitem as normas, as medidas e a cota, para tranquilamente terem o lazer sem problemas com a Justiça”, pontua o sargento do Juvam, Marcelo Pereira Campos.
Mesmo com a proibição, muitos pescadores tentam realizar a atividade no Rio Cuiabá, por ser o único meio de subsistência da família. É o caso do pescador Paulo Gonçalves de Amorim, que foi alertado pelo sargento do Juvam para não descer em direção ao Rio Cuiabá, na tarde de quarta-feira (30 de janeiro).
“Estamos em uma situação difícil, e estou vivendo de ajuda de familiares. Acho que a piracema é necessária, eles têm que cobrar, mas também tem que ver o nosso lado, precisamos comer, temos família”, desabafou o pescador.
“Com as atividades desenvolvidas pelo Juvam ou depois de serem apenadas, muitas pessoas têm se sensibilizado e mudado a conduta, mas, infelizmente, ainda temos pessoas que não têm a consciência da necessidade de preservação do rio”, analisa o sargento Marcelo Campos.
Findado o período de reprodução dos peixes, a pesca é permitida com algumas restrições que são permanentes. Para pescar nos rios mato-grossenses é necessário estar munido da carteirinha de pescador emitida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, seja profissional e até mesmo para a pesca de lazer; utilizar apenas vara, anzol e isca; respeitar as medidas estabelecidas para cada espécie de acordo com a reprodução animal, além do limite de transporte de cinco quilos e um exemplar de pescado para os amadores e 125 kg semanais para os profissionais.
Balanço – Durante os meses de outubro e dezembro de 2018, a Sema constatou a apreensão de 8 toneladas de pescado; 7 mil pessoas abordadas e vistoriadas; 3.300 veículos e 175 embarcações vistoriados e R$ 940 mil em multas aplicadas.
Confira AQUI a lei que 9.096/09 e AQUI a lei 9.893/13 que estabelece mas regras da pesca em Mato Grosso.

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