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Cacau pode ser alternativa para diversificação de culturas em MT
Um projeto que visa o incentivo à produção de cacau, como alternativa para diversificação de culturas em Mato Grosso, está sendo elaborado pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer), em parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf).
Em princípio, a proposta visa implantar duas unidades demonstrativas, onde devem ser cultivadas 2 mil mudas clonais, com o objetivo de produzir mudas e novos enxertos. Estas unidades devem funcionar, primeiramente, em Juína e Cláudia, a 737 km e 608 km de Cuiabá, respectivamente.
O cacau seria mais uma cultura a ser produzida em Juína, onde já existem lavouras de café, cupuaçu, guaraná e pupunha.
Uma equipe técnica da Seaf devem percorrer as regiões com maior potencial para desenvolvimento da cultura. Os projetos devem priorizar o apoio à agricultura familiar.
Em outros estados, as lavouras de cacau surgiram como complemento à renda do pequeno produtor, e tem se intensificado como uma cultura de alto valor agregado.
Rondônia (RO), por exemplo, produz cerca de 18 mil toneladas, e concorre com estados tradicionais na produção de cacau, como Bahia com 170 mil toneladas, e Pará com 99 mil toneladas.
A Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), o órgão se tornou referência na geração e transferência de tecnologia voltada ao aprimoramento da produção cacaueira no Brasil, com sede em Rondônia vai auxiliar na elaboração de um plano produtivo para Mato Grosso.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados em 2017, Mato Grosso possuía, até então, uma área plantada de 980 hectares e com produção de 647 toneladas de cacau.
Os números representam a soma das áreas plantadas em 12 municípios do estado, com destaque para Alta Floresta, Colniza e Cotriguaçu. Na sequência, estão, Paranaíta, Aripuanã, Brasnorte, Novo Mundo, Nova Monte Verde, Porto Estrela, Rondolândia, Terra Nova do Norte e Carlinda.
A produção mato-grossense representa 2,16% do índice nacional. A produtividade média, no estado, é de 660 quilos por hectare.
Fonte: G1/MT
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