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A exportação da soja bateu recorde no mês de abril em Mato Grosso, segundo o boletim econômico do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA). Em abril, o esmagamento de soja em Mato Grosso totalizou 948 mil toneladas, volume semelhante ao registrado em março deste ano e 5,7 % maior que abril do ano passado.
O grande volume esmagado continua sendo pautado pela forte demanda externa por farelo de soja, em razão da redução das exportações da Argentina. Além disso, a alta do dólar, apesar de elevar o preço do grão, vem refletindo na valorização também do farelo de soja em reais. Por causa disso, alguns municípios atingiram o patamar de R$ 100 por saca de soja.
Ainda que a menor demanda pelo óleo de soja para a produção de biodiesel tenha refletido nas margens brutas das esmagadoras em abril, o valor ficou acima da média histórica para o período.
Com grande parte da soja já estocadas nos portos, alguns armazéns em Mato Grosso já não têm mais grãos para embarque, reduzindo o fluxo de transporte neste momento, o que limita a variação no valor do frete rodoviário, que pode sofrer com o aumento do diesel na última semana.
Durante as próximas semanas tradicionalmente será iniciada a colheita do milho no estado, o que deve estimular o fluxo de transporte a partir do próximo mês.
O boletim econômico também mostra que o preço do algodão em Mato Grosso registrou uma queda de 3,6% na semana, devido à instabilidade das indústrias têxtil do país. Já em relação aos subprodutos do algodão, o caroço, torta e óleo exibiram uma valorização semanal de 2,9%, 3,1% e 0,2%, respectivamente.
Em relação a pecuária, na primeira semana de maio já se observa maior oferta de gado no mercado interno em Mato Grosso, mas cotações ainda não foram pressionadas, permanecendo estáveis. Segundo o Imea, com a paralisação de plantas frigoríficas nos Estados Unidos, os estoques americanos podem reduzir, assim como a sua atuação no mercado internacional.
No final de abril, inclusive, já foram registradas compras de carnes brasileiras, o que traz oportunidades também para Mato Grosso e, consequentemente, sustentação das cotações, sobretudo em um cenário de maior descarte de gado devido à aproximação da seca.
Fonte: G1/MT
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